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Só quem pratica esportes pode ter lesões? Esse é um mito comum

8 de julho de 2026

Durante grandes competições de futebol, é comum vermos jogadores afastados dos gramados por lesões musculares, entorses ou problemas nos ligamentos. Essa exposição pode reforçar a ideia de que esse tipo de lesão acontece apenas com atletas. Na prática, porém, qualquer pessoa pode sofrer uma lesão, seja durante a prática de exercícios, em atividades do trabalho […]

Só quem pratica esportes pode ter lesões? Esse é um mito comum

Durante grandes competições de futebol, é comum vermos jogadores afastados dos gramados por lesões musculares, entorses ou problemas nos ligamentos. Essa exposição pode reforçar a ideia de que esse tipo de lesão acontece apenas com atletas. Na prática, porém, qualquer pessoa pode sofrer uma lesão, seja durante a prática de exercícios, em atividades do trabalho ou até em tarefas simples do dia a dia.

Muitas dessas lesões podem ser evitadas com alguns cuidados, mas, quando acontecem, o diagnóstico precoce é fundamental para definir o tratamento mais adequado e prevenir complicações. Por isso, conhecer os principais fatores de risco e saber quando procurar atendimento faz toda a diferença.

Lesões fazem parte do dia a dia, não apenas do esporte

Embora sejam frequentemente associadas ao futebol e a outras modalidades esportivas, as lesões também podem ocorrer em situações comuns, como levantar peso de forma inadequada, subir escadas, realizar movimentos repetitivos no trabalho, sofrer uma queda ou até iniciar uma atividade física sem preparo.

O sedentarismo também merece atenção. Pessoas que passam longos períodos sem praticar exercícios e realizam um esforço intenso de forma repentina podem apresentar maior risco de lesões musculares e articulares.

Quais são as lesões mais comuns?

As lesões podem afetar músculos, tendões, ligamentos, articulações e ossos. Entre as mais frequentes estão:

  • distensões musculares;
  • entorses, principalmente de tornozelo e joelho;
  • tendinites;
  • lesões ligamentares;
  • dores na coluna causadas por sobrecarga ou movimentos inadequados.

Cada uma dessas condições exige uma avaliação individual para identificar a gravidade do problema e definir a melhor abordagem.

Quando procurar atendimento médico?

Nem toda dor significa uma lesão grave, mas alguns sinais indicam a necessidade de procurar avaliação médica, como:

  • dor intensa ou persistente;
  • inchaço importante;
  • dificuldade para movimentar o membro afetado;
  • hematomas extensos;
  • sensação de instabilidade na articulação;
  • dor que não melhora após alguns dias de repouso.

Buscar atendimento precocemente pode evitar que uma lesão simples evolua para um problema mais complexo.

O papel dos exames no diagnóstico

Após a avaliação clínica, o médico pode solicitar exames para confirmar o diagnóstico e entender a extensão da lesão.

A radiografia costuma ser indicada para investigar fraturas e alterações ósseas. Já a ultrassonografia auxilia na avaliação de músculos, tendões e algumas articulações. Em casos mais específicos, exames como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada permitem uma análise mais detalhada, contribuindo para um planejamento mais preciso do tratamento.

A escolha do exame depende dos sintomas apresentados e da suspeita clínica.

Como prevenir lesões?

Algumas medidas simples ajudam a reduzir o risco de lesões no esporte e nas atividades do dia a dia:

  • praticar atividade física regularmente, respeitando os limites do corpo;
  • realizar aquecimento antes dos exercícios quando indicado;
  • fortalecer a musculatura;
  • utilizar calçados adequados para cada atividade;
  • evitar sobrecargas e movimentos repetitivos sem pausas;
  • manter uma boa postura durante o trabalho e nas tarefas diárias.

Pequenas mudanças de hábito podem fazer diferença na prevenção e contribuir para uma melhor qualidade de vida.

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Não sente nada? Mesmo assim, vale a pena consultar um oftalmologista

É comum associar a saúde dos olhos apenas ao momento em que a visão começa a falhar ou surge algum desconforto. No entanto, essa percepção pode ser enganosa. Muitas doenças oculares evoluem de forma silenciosa, sem causar sintomas nas fases iniciais, o que torna as consultas periódicas ao oftalmologista fundamentais para a prevenção e o […]

Não sente nada? Mesmo assim, vale a pena consultar um oftalmologista

É comum associar a saúde dos olhos apenas ao momento em que a visão começa a falhar ou surge algum desconforto. No entanto, essa percepção pode ser enganosa. Muitas doenças oculares evoluem de forma silenciosa, sem causar sintomas nas fases iniciais, o que torna as consultas periódicas ao oftalmologista fundamentais para a prevenção e o diagnóstico precoce.

A lembrança ganha ainda mais relevância durante o Dia da Saúde Ocular, celebrado em 10 de julho. Mais do que uma data comemorativa, ela reforça a importância de cuidar da visão antes que qualquer problema apareça.

Nem toda doença ocular dá sinais

A ausência de sintomas não significa, necessariamente, que os olhos estão saudáveis. Diversas condições podem se desenvolver lentamente, comprometendo a visão de forma gradual e, muitas vezes, irreversível quando descobertas tardiamente.

Entre elas estão o glaucoma, considerado uma das principais causas de cegueira evitável no mundo, além de doenças como a retinopatia diabética e a degeneração macular relacionada à idade. Em muitos casos, essas alterações só são identificadas durante um exame oftalmológico completo.

Por que fazer consultas de rotina?

Além de avaliar a qualidade da visão, a consulta oftalmológica permite analisar a saúde de diferentes estruturas do olho, como córnea, cristalino, retina e nervo óptico. Dependendo da idade, do histórico familiar e das condições de saúde do paciente, o médico pode solicitar exames específicos para investigar alterações que ainda não provocam sintomas.

O acompanhamento periódico também permite atualizar o grau dos óculos ou lentes de contato quando necessário, orientar sobre hábitos que ajudam a preservar a saúde ocular e identificar sinais de doenças sistêmicas, como diabetes e hipertensão, que podem apresentar manifestações nos olhos.

Quem deve consultar um oftalmologista?

A recomendação é que todas as pessoas façam avaliações oftalmológicas regularmente, mesmo sem queixas. A frequência pode variar conforme a idade e os fatores de risco de cada paciente.

O acompanhamento é especialmente importante para:

  • crianças, para identificar alterações que possam interferir no desenvolvimento visual;
  • adultos com histórico familiar de glaucoma ou outras doenças oculares;
  • pessoas com diabetes, hipertensão ou doenças autoimunes;
  • quem utiliza óculos ou lentes de contato;
  • adultos acima dos 40 anos, fase em que aumenta o risco de algumas doenças oculares relacionadas ao envelhecimento.

O oftalmologista é o profissional indicado para definir o intervalo mais adequado entre as consultas de acordo com cada caso.

Pequenos cuidados também fazem diferença

Embora as consultas periódicas sejam indispensáveis, alguns hábitos ajudam a proteger a visão no dia a dia:

  • utilizar óculos de sol com proteção contra os raios UV;
  • fazer pausas durante o uso prolongado de telas;
  • manter doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, sob controle;
  • evitar coçar os olhos com frequência;
  • manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes importantes para a saúde ocular.

Essas medidas contribuem para reduzir fatores de risco, mas não substituem a avaliação médica.