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Nem todo tênis é feito para treinar: usar o calçado errado pode prejudicar sua saúde

8 de maio de 2026

Começar uma rotina de exercícios físicos é uma das decisões mais importantes para a saúde. Caminhar, correr, fazer musculação ou praticar esportes ajuda no controle do peso, melhora a circulação, fortalece músculos e articulações e ainda contribui para a saúde mental. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), adultos devem praticar entre 150 e 300 […]

Nem todo tênis é feito para treinar: usar o calçado errado pode prejudicar sua saúde

Começar uma rotina de exercícios físicos é uma das decisões mais importantes para a saúde. Caminhar, correr, fazer musculação ou praticar esportes ajuda no controle do peso, melhora a circulação, fortalece músculos e articulações e ainda contribui para a saúde mental. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), adultos devem praticar entre 150 e 300 minutos de atividade física moderada por semana para reduzir o risco de doenças cardiovasculares, diabetes e outros problemas crônicos.

Mas, apesar dos benefícios, existe um detalhe que muitas pessoas ignoram no início da prática esportiva: o uso do tênis adequado.

Nem todo tênis foi desenvolvido para treinar. Alguns modelos são feitos apenas para uso casual e priorizam estética e conforto momentâneo, sem oferecer estabilidade, amortecimento ou suporte biomecânico suficientes para exercícios físicos. O resultado pode ir além do desconforto e causar dores, sobrecarga muscular e até lesões.

O impacto do tênis no corpo durante os exercícios

Durante atividades físicas, o corpo absorve impactos constantes. Em uma corrida leve, por exemplo, os pés podem receber uma carga equivalente a até três vezes o peso corporal a cada passada. Sem o suporte adequado, esse impacto se distribui de maneira incorreta pelas articulações.

O tênis funciona como um sistema de absorção e estabilidade. Quando ele não oferece estrutura suficiente, outras partes do corpo acabam compensando o desequilíbrio, principalmente tornozelos, joelhos, quadril e coluna.

Além disso, cada atividade física exige movimentos diferentes. Exercícios de corrida demandam amortecimento e impulsão. Já treinos de musculação e funcional pedem maior estabilidade e firmeza no contato com o solo. Usar um modelo inadequado para determinada prática pode alterar a postura e aumentar o risco de lesões.

Problemas que podem surgir com o uso do calçado inadequado

As consequências nem sempre aparecem imediatamente. Em muitos casos, o desconforto começa de forma leve e evolui com o tempo.

Entre os problemas mais comuns estão:

Dores nos pés

Tênis inadequados podem causar excesso de pressão em determinadas regiões dos pés, favorecendo dores na sola, calosidades e inflamações.

Uma das condições mais frequentes é a fascite plantar, inflamação do tecido que conecta o calcanhar aos dedos. O problema costuma provocar dor intensa logo nos primeiros passos do dia.

Dores nos joelhos

O joelho é uma das articulações mais afetadas pelo impacto durante exercícios. Quando o tênis não absorve adequadamente a carga ou não oferece estabilidade, o alinhamento das pernas pode ser comprometido.

Isso aumenta o risco de dores na região anterior do joelho, desgaste articular e sobrecarga muscular.

Sobrecarga na coluna e no quadril

O impacto repetitivo também pode afetar a postura corporal. Um tênis sem suporte adequado interfere no alinhamento da pisada e altera a distribuição de forças pelo corpo.

Com o tempo, isso pode gerar dores lombares, tensão muscular e desconfortos no quadril.

Maior risco de torções

Modelos casuais geralmente possuem estrutura mais flexível e menos estabilidade lateral. Em treinos que envolvem deslocamentos rápidos ou mudanças de direção, isso aumenta o risco de torções no tornozelo.

Como identificar se um tênis é adequado para treino

Nem sempre o modelo mais caro é o mais indicado. O ideal é observar características relacionadas ao tipo de atividade física praticada.

Alguns pontos importantes incluem:

  • Amortecimento compatível com o impacto da atividade;
  • Estabilidade para evitar movimentos excessivos;
  • Solado com aderência adequada;
  • Boa ventilação;
  • Ajuste confortável, sem apertar ou sobrar espaço.

Também é importante considerar o tipo de pisada e a frequência dos treinos. Pessoas que praticam exercícios regularmente tendem a desgastar o tênis mais rapidamente, o que reduz sua capacidade de absorção de impacto.

Sinais de que o tênis pode estar causando problemas

O corpo costuma dar sinais quando algo não vai bem durante os exercícios.

Entre os principais alertas estão:

  • Dores persistentes após os treinos;
  • Sensação de instabilidade;
  • Desconforto nos joelhos ou tornozelos;
  • Bolhas frequentes;
  • Desgaste irregular na sola do tênis;
  • Dores na lombar após atividades físicas.

Ignorar esses sintomas pode favorecer o desenvolvimento de lesões por esforço repetitivo.

 

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Benefícios do alongamento matinal: 5 técnicas para despertar o corpo com mais leveza

24 de abril de 2026

Começar o dia no automático, levantando rápido, pegando o celular e já mergulhando nas tarefas, é uma realidade para muita gente. Mas incluir alguns minutos de alongamento na rotina da manhã pode transformar completamente a forma como o corpo e a mente respondem ao restante do dia. O alongamento matinal funciona como um “despertador físico”: […]

Benefícios do alongamento matinal: 5 técnicas para despertar o corpo com mais leveza

Começar o dia no automático, levantando rápido, pegando o celular e já mergulhando nas tarefas, é uma realidade para muita gente. Mas incluir alguns minutos de alongamento na rotina da manhã pode transformar completamente a forma como o corpo e a mente respondem ao restante do dia.

O alongamento matinal funciona como um “despertador físico”: ele ativa a circulação, melhora a mobilidade, reduz tensões acumuladas durante o sono e prepara o corpo para os movimentos do dia a dia. Mais do que uma prática de quem faz atividade física regularmente, alongar-se ao acordar é um hábito acessível, simples e com benefícios que vão além do físico.

Por que alongar pela manhã faz diferença?

Durante o sono, o corpo permanece várias horas em uma mesma posição. Isso pode causar rigidez muscular, especialmente na região do pescoço, costas e quadris. Ao acordar, é comum sentir o corpo “travado” ou menos disposto, e é justamente aí que o alongamento entra como aliado. Entre os principais benefícios do alongamento matinal, destacam-se:

Melhora da circulação sanguínea

Movimentar o corpo logo cedo ajuda a estimular o fluxo sanguíneo, o que contribui para levar mais oxigênio e nutrientes aos músculos. Esse processo pode aumentar a sensação de energia e disposição ao longo do dia.

Redução de dores e tensões musculares

Alongar ajuda a aliviar pontos de tensão acumulados, principalmente em quem passa muito tempo sentado ou em posições repetitivas. Isso pode prevenir desconfortos e até dores mais intensas ao longo do dia.

Aumento da flexibilidade e mobilidade

A prática regular de alongamentos melhora a amplitude dos movimentos, tornando tarefas simples, como agachar, girar o tronco ou levantar objetos, mais fáceis e seguras.

Estímulo ao foco e ao bem-estar

O alongamento também tem impacto mental. Movimentos conscientes e respiração controlada ajudam a reduzir o estresse e a começar o dia com mais clareza e presença.

Prevenção de lesões

Segundo a Organização Mundial da Saúde, manter o corpo ativo e com boa mobilidade contribui para a prevenção de lesões musculoesqueléticas, especialmente em pessoas com rotina sedentária.

5 técnicas simples para alongar o corpo pela manhã

Você não precisa de equipamentos ou muito espaço. Com poucos minutos e atenção à respiração, já é possível sentir os efeitos positivos. Confira cinco técnicas que podem ser incorporadas facilmente à rotina:

  1. Alongamento de corpo inteiro (espreguiçar consciente)

Antes mesmo de sair da cama, estique braços e pernas como se estivesse se espreguiçando, mas de forma mais lenta e intencional. Tente alcançar direções opostas com mãos e pés, mantendo a respiração profunda.

  1. Alongamento de pescoço e ombros

Incline a cabeça suavemente para um lado, aproximando a orelha do ombro, sem forçar. Depois, repita do outro lado. Em seguida, faça movimentos circulares com os ombros para frente e para trás.

  1. Alongamento da coluna (gato e vaca adaptado)

Em pé ou apoiado em uma superfície, alterne entre arquear e curvar a coluna lentamente. Inspire ao abrir o peito e expirar ao curvar as costas.

  1. Alongamento de pernas e quadris

Em pé, leve uma perna à frente e incline o tronco levemente, mantendo a coluna alinhada. Depois, troque de lado. Você também pode puxar o joelho em direção ao peito para ativar o quadril.

  1. Alongamento com rotação de tronco

Com os pés afastados na largura dos ombros, gire o tronco lentamente para um lado e depois para o outro, deixando os braços acompanharem o movimento de forma leve.

Quanto tempo é necessário?

Não é preciso dedicar muito tempo. De 5 a 10 minutos já são suficientes para perceber mudanças na disposição e no conforto corporal. O mais importante é a consistência: praticar todos os dias tende a trazer resultados mais perceptíveis do que sessões mais longas e esporádicas.

Cuidados importantes

Apesar de ser uma prática simples, alguns cuidados fazem diferença:

  • Evite movimentos bruscos ou forçados
  • Respeite os limites do seu corpo
  • Mantenha a respiração constante
  • Caso sinta dor, interrompa o movimento

Se houver alguma condição específica de saúde, como lesões ou problemas articulares, o ideal é adaptar os movimentos conforme a necessidade.

 

 

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Semana Mundial da Imunização: um lembrete para cuidar de você e de quem está ao seu redor

22 de abril de 2026

De 24 a 30 de abril, a Organização Mundial da Saúde promove a Semana Mundial da Imunização, um convite direto para a população olhar com atenção para algo simples, mas essencial: a sua vacinação está em dia? Em meio à rotina corrida, é comum deixar a caderneta de vacinação de lado. Mas a verdade é […]

Semana Mundial da Imunização: um lembrete para cuidar de você e de quem está ao seu redor

De 24 a 30 de abril, a Organização Mundial da Saúde promove a Semana Mundial da Imunização, um convite direto para a população olhar com atenção para algo simples, mas essencial: a sua vacinação está em dia?

Em meio à rotina corrida, é comum deixar a caderneta de vacinação de lado. Mas a verdade é que manter as vacinas atualizadas é uma das formas mais práticas de evitar doenças e proteger não só a própria saúde, mas também a de familiares, amigos e toda a comunidade.

Por que esse chamado é importante agora?

Nos últimos anos, a queda nas coberturas vacinais reacendeu o alerta para o retorno de doenças que já estavam controladas. Ou seja: aquilo que parecia distante pode voltar a fazer parte da realidade quando a vacinação deixa de ser prioridade.

A Semana Mundial da Imunização surge justamente para reforçar esse ponto: prevenir ainda é o melhor caminho.

Vacinar é um cuidado que vai além do individual

Quando você se vacina, não está se protegendo apenas de uma doença. Está ajudando a reduzir a circulação de vírus e bactérias e protegendo pessoas mais vulneráveis, como bebês, idosos e quem não pode receber determinadas vacinas.

É um efeito coletivo. E ele depende da participação de todos.

Um dado que reforça a importância

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as vacinas salvam entre 3,5 e 5 milhões de vidas todos os anos no mundo. Ainda assim, muitas dessas mortes poderiam ser evitadas com a ampliação da cobertura vacinal.

O que você pode fazer na prática?

A proposta da campanha é simples e direta:

  • Verifique sua caderneta de vacinação
  • Confira se há doses em atraso
  • Procure a unidade de saúde mais próxima
  • Atualize suas vacinas, inclusive as de reforço

Vale lembrar que vacinação não é só coisa de criança. Adultos também precisam se proteger ao longo da vida.

Informação também é proteção

Outro ponto importante é buscar informações em fontes confiáveis. Em tempos de excesso de conteúdo e desinformação, entender o papel das vacinas faz diferença na tomada de decisão.

A Organização Mundial da Saúde reforça que as vacinas passam por rigorosos processos de segurança antes de serem disponibilizadas à população, sendo uma das intervenções mais seguras da saúde pública.

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Beber água quente virou tendência nas redes sociais, mas faz mesmo diferença para a saúde?

16 de abril de 2026

Se você passou algum tempo nas redes sociais recentemente, é bem possível que tenha se deparado com vídeos que defendem um hábito simples: começar o dia bebendo água morna ou quente. A prática, que tem origem em tradições antigas, ganhou uma nova roupagem no universo digital, agora associada a rotinas de autocuidado, bem-estar e até […]

Beber água quente virou tendência nas redes sociais, mas faz mesmo diferença para a saúde?

Se você passou algum tempo nas redes sociais recentemente, é bem possível que tenha se deparado com vídeos que defendem um hábito simples: começar o dia bebendo água morna ou quente.

A prática, que tem origem em tradições antigas, ganhou uma nova roupagem no universo digital, agora associada a rotinas de autocuidado, bem-estar e até promessas de benefícios como melhora da digestão, desinchaço e “detox”.

Mas o que está por trás dessa tendência? E, principalmente, o que realmente faz sentido quando olhamos para a ciência?

De um hábito milenar ao feed das redes

Beber água quente não nasceu na internet. Em culturas orientais, especialmente dentro da medicina tradicional chinesa, a prática já é comum há séculos. A ideia é que líquidos mornos ajudam o organismo a funcionar de forma mais equilibrada, favorecendo processos como a digestão.

O que mudou foi a forma como esse hábito passou a circular. Nas redes sociais, ele aparece em vídeos curtos, rotinas matinais esteticamente organizadas e narrativas que conectam saúde a pequenos rituais diários.

Nesse contexto, a água quente deixa de ser apenas uma escolha e passa a representar um estilo de vida, mais calmo, mais consciente, mais “natural”.

O papel da hidratação, independente da temperatura

Antes de qualquer discussão sobre temperatura, existe um ponto central: o corpo precisa de água.

Após horas de sono, é natural acordar levemente desidratado. Ingerir líquidos logo pela manhã ajuda a reativar funções básicas do organismo, como circulação, funcionamento intestinal e equilíbrio metabólico.

É por isso que muitos dos benefícios atribuídos à água quente podem, na prática, estar mais relacionados ao ato de se hidratar do que à temperatura em si.

Ou seja: o hábito é positivo,  mas não necessariamente pelo motivo que viralizou.

Onde a água quente pode ajudar (e onde entra o exagero)

Do ponto de vista fisiológico, líquidos mornos podem, sim, gerar uma sensação de conforto. Eles ajudam a relaxar o trato gastrointestinal e podem contribuir para um despertar mais suave do sistema digestivo.

Além disso, há um componente comportamental importante: parar alguns minutos pela manhã, beber algo quente e começar o dia com mais calma pode impactar diretamente a percepção de bem-estar.

O problema começa quando esse hábito passa a ser visto como solução para tudo.

Nas redes sociais, é comum encontrar promessas de que a água quente “desintoxica o organismo” ou acelera o emagrecimento. Essas associações não encontram respaldo sólido na ciência. O corpo já possui mecanismos próprios de eliminação de toxinas, principalmente por meio do fígado e dos rins, e não depende da temperatura da água para isso.

Tendências virais e a busca por bem-estar

O sucesso desse tipo de conteúdo diz muito sobre o momento atual. Em meio a rotinas aceleradas, cresce o interesse por práticas simples, acessíveis e que transmitam sensação de controle sobre a própria saúde.

As redes sociais amplificam esse movimento ao transformar hábitos cotidianos em tendências globais. O que antes era culturalmente localizado passa a ser consumido, adaptado e replicado em diferentes contextos.

Isso não é, necessariamente, algo negativo, desde que venha acompanhado de senso crítico.

Vale a pena adotar o hábito?

Se beber água morna ou quente faz sentido para você, não há problema algum em incluir esse hábito na rotina. Ele pode, inclusive, ser uma forma interessante de criar um momento de pausa no início do dia.

Mas é importante ajustar as expectativas.

A água quente não é uma solução milagrosa, não substitui uma alimentação equilibrada e nem tem efeitos isolados sobre emagrecimento ou “detox”. Seu principal benefício continua sendo o mais básico e essencial: contribuir para a hidratação do corpo.

No fim das contas, mais importante do que a temperatura é a consistência. Beber água ao longo do dia, manter hábitos saudáveis e buscar informações confiáveis ainda são as estratégias mais eficazes para cuidar da saúde, com ou sem tendências virais.

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Vacina da gripe: por que ela continua sendo essencial e o que é mito ou verdade sobre a imunização

13 de abril de 2026

Com a chegada das estações mais frias e o aumento da circulação de vírus respiratórios, a campanha nacional de vacinação contra a gripe volta ao centro das atenções. Mais do que uma ação sazonal, a imunização contra a influenza é uma das formas mais eficazes de proteger a saúde individual e coletiva. Mesmo sendo amplamente […]

Vacina da gripe: por que ela continua sendo essencial e o que é mito ou verdade sobre a imunização

Com a chegada das estações mais frias e o aumento da circulação de vírus respiratórios, a campanha nacional de vacinação contra a gripe volta ao centro das atenções. Mais do que uma ação sazonal, a imunização contra a influenza é uma das formas mais eficazes de proteger a saúde individual e coletiva.

Mesmo sendo amplamente disponível na rede pública, ainda existem dúvidas, receios e até desinformação sobre a vacina.

A influenza não é apenas um “resfriado forte”. Trata-se de uma infecção viral que pode evoluir para quadros graves, especialmente em grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

A vacina atua estimulando o sistema imunológico a reconhecer e combater o vírus, reduzindo significativamente o risco de complicações, internações e mortes. Além disso, ao se vacinar, você também ajuda a diminuir a circulação do vírus na comunidade, protegendo outras pessoas.

Outro ponto importante é que a vacina é atualizada todos os anos. Isso acontece porque o vírus da gripe sofre mutações frequentes, exigindo que a composição do imunizante acompanhe as cepas mais recentes em circulação.

Quem deve se vacinar?

Embora a vacinação seja recomendada para grande parte da população, alguns grupos têm prioridade por apresentarem maior risco de agravamento:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos
  • Idosos com 60 anos ou mais
  • Gestantes e puérperas
  • Pessoas com comorbidades (como diabetes, doenças cardíacas ou respiratórias)
  • Profissionais da saúde e da educação

Ainda assim, sempre que disponível, a vacina pode beneficiar qualquer pessoa, reduzindo a disseminação do vírus.

Mitos e verdades sobre a vacina da gripe

Apesar de ser uma vacina consolidada e segura, muitos mitos ainda circulam. A seguir, esclarecemos os principais:

“A vacina da gripe causa gripe”

Mito. A vacina é produzida com vírus inativados, ou seja, não têm capacidade de causar a doença. O que pode acontecer é a pessoa já estar incubando o vírus antes de se vacinar ou confundir sintomas leves com gripe.

“A vacina pode causar reações leves”

Verdade. Algumas pessoas podem apresentar dor no local da aplicação, febre baixa ou mal-estar por um ou dois dias. Esses efeitos são leves e passageiros, muito menores do que os riscos da própria doença.

“Se estou saudável, não preciso me vacinar”

Mito. Mesmo pessoas saudáveis podem contrair e transmitir a gripe. Além disso, em alguns casos, a doença pode evoluir de forma inesperada. A vacinação também protege quem está ao seu redor.

“A vacina reduz casos graves e internações”

Verdade. Diversos estudos mostram que a imunização diminui significativamente a gravidade da doença, reduzindo hospitalizações e óbitos, principalmente entre os grupos de risco.

“Tomar a vacina uma vez é suficiente”

Mito. A proteção não é permanente. Como o vírus sofre mutações, a vacina precisa ser atualizada e tomada todos os anos.

“Crianças podem precisar de duas doses”

Verdade. Crianças que nunca foram vacinadas contra a gripe podem precisar de duas doses, com intervalo recomendado, para garantir uma proteção adequada.

Quando e onde se vacinar?

A vacinação contra a gripe acontece anualmente por meio da campanha nacional e está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Quanto antes a imunização for feita, melhor, já que o corpo leva cerca de duas semanas para desenvolver proteção após a aplicação.

 

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5 doenças típicas do outono e os cuidados que fazem diferença

27 de março de 2026

A chegada do outono costuma trazer um alívio do calor intenso, mas também marca o início de um período em que queixas respiratórias se tornam mais frequentes. Tosse persistente, coriza, espirros e crises alérgicas passam a fazer parte da rotina de muitas pessoas, e não é por acaso. As mudanças climáticas típicas da estação criam […]

5 doenças típicas do outono e os cuidados que fazem diferença

A chegada do outono costuma trazer um alívio do calor intenso, mas também marca o início de um período em que queixas respiratórias se tornam mais frequentes. Tosse persistente, coriza, espirros e crises alérgicas passam a fazer parte da rotina de muitas pessoas, e não é por acaso.

As mudanças climáticas típicas da estação criam um ambiente favorável para a circulação de vírus e para o agravamento de condições respiratórias já existentes, como rinite, sinusite e asma. Entender esse cenário é o primeiro passo para atravessar o período com mais saúde e menos desconforto.

O que muda no corpo durante o outono

Com a queda gradual das temperaturas e a redução da umidade do ar, o organismo precisa se adaptar a um novo contexto. O ar mais seco, por exemplo, compromete a proteção natural das vias respiratórias, deixando nariz e garganta mais vulneráveis a irritações e infecções.

Além disso, é comum que as pessoas passem mais tempo em ambientes fechados, com menor circulação de ar. Esse comportamento favorece a transmissão de vírus respiratórios, especialmente em locais com grande circulação, como escritórios, escolas e transporte público.

Outro fator importante é o acúmulo de poeira e ácaros, que tende a aumentar em períodos mais secos. Para quem já tem predisposição a alergias, esse cenário pode desencadear ou intensificar sintomas.

5 doenças típicas do outono

1. Rinite alérgica

Muito comum nessa época, é desencadeada principalmente por poeira, ácaros e mudanças de temperatura. Os sintomas incluem espirros, coriza e coceira no nariz.

2. Sinusite

Pode surgir após quadros gripais ou crises alérgicas. Causa dor facial, sensação de pressão na cabeça e secreção nasal.

3. Gripe

Infecção viral que ganha força no outono, com sintomas como febre, dor no corpo, cansaço e tosse.

4. Resfriado

Mais leve que a gripe, mas bastante comum. Provoca coriza, espirros e desconforto na garganta.

5. Crises de asma

O ar seco e a presença de alérgenos podem agravar os sintomas em quem já tem a condição, causando falta de ar e chiado no peito.

Como se proteger no dia a dia

Algumas medidas simples podem reduzir bastante o risco de adoecer ou de agravar sintomas respiratórios durante o outono, como:

1. Mantenha a vacinação em dia

A imunização contra a gripe e outras doenças respiratórias é uma das formas mais eficazes de prevenção, especialmente para grupos mais vulneráveis.

2. Cuide da qualidade do ar dentro de casa

Ambientes limpos e bem ventilados fazem diferença. Evite acúmulo de poeira, higienize tecidos com frequência e, se possível, deixe janelas abertas para circulação de ar.

3. Hidrate-se bem

Beber água ajuda a manter as mucosas hidratadas, fortalecendo a barreira natural do organismo contra agentes irritantes.

4. Use soluções para higiene nasal

O uso de soro fisiológico pode auxiliar na limpeza das vias respiratórias, reduzindo irritações e prevenindo infecções.

5. Atenção ao uso de umidificadores

Eles podem ajudar em dias muito secos, mas devem ser usados com moderação e higienizados corretamente para evitar a proliferação de fungos e bactérias.

6. Evite ambientes fechados e aglomerações

Sempre que possível, priorize locais arejados, especialmente em períodos de maior circulação de vírus.

Quando procurar ajuda médica

Embora muitos sintomas sejam leves e passageiros, é importante buscar orientação profissional quando houver:

  • Febre persistente

  • Falta de ar

  • Tosse intensa ou prolongada

  • Piora de condições respiratórias já existentes

O acompanhamento médico adequado ajuda a evitar complicações e garante um tratamento mais eficaz.

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Câncer do colo do útero: mortes crescem no Brasil e acendem alerta para prevenção e diagnóstico precoce

O aumento contínuo de mortes por câncer do colo do útero no Brasil tem acendido um sinal de alerta importante para a saúde pública. Apesar de ser uma doença com alto potencial de prevenção e com grandes chances de cura quando diagnosticada precocemente, os números mais recentes mostram que ainda há barreiras significativas no acesso […]

Câncer do colo do útero: mortes crescem no Brasil e acendem alerta para prevenção e diagnóstico precoce

O aumento contínuo de mortes por câncer do colo do útero no Brasil tem acendido um sinal de alerta importante para a saúde pública. Apesar de ser uma doença com alto potencial de prevenção e com grandes chances de cura quando diagnosticada precocemente, os números mais recentes mostram que ainda há barreiras significativas no acesso à informação, à vacinação e ao rastreamento.

De acordo com levantamento divulgado em março de 2026, com base em dados do DATASUS (Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM), organizados no Observatório da Saúde Pública da Umane, o país registrou cerca de 7,5 mil mortes em 2024, o maior número da série histórica iniciada em 2000. O crescimento é consistente: foram 7,2 mil óbitos em 2023, consolidando o terceiro ano consecutivo de alta. No acumulado desde 2022, o aumento chega a 13,4%, evidenciando uma tendência preocupante.

Quem são as principais vítimas

Os dados também revelam desigualdades importantes. A maior parte das mortes ocorre entre mulheres com 65 anos ou mais, que representam 32,6% dos casos. Além disso, há maior incidência entre mulheres pardas (48,3%) e com menor escolaridade, especialmente aquelas com até sete anos de estudo (52,3%).

Esses recortes reforçam que o câncer do colo do útero não é apenas uma questão médica, mas também social. O acesso desigual a serviços de saúde, informação e prevenção impacta diretamente os índices de mortalidade.

Outro dado preocupante vem do inquérito Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) 2024: 12,5% das mulheres entre 25 e 64 anos nunca realizaram o exame de Papanicolau, principal forma de detectar alterações precursoras da doença. Isso significa que uma parcela significativa da população feminina ainda está fora das estratégias básicas de rastreamento.

O que causa o câncer do colo do útero

A principal causa do câncer do colo do útero é a infecção persistente pelo HPV (Papilomavírus Humano), um vírus sexualmente transmissível bastante comum. Na maioria dos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas, quando a infecção persiste, pode provocar alterações nas células do colo do útero que evoluem para o câncer ao longo dos anos.

Essa evolução lenta é justamente o que torna a doença altamente prevenível: há tempo suficiente para identificar e tratar lesões antes que se tornem malignas.

Principais sintomas: quando o corpo dá sinais

Nos estágios iniciais, o câncer do colo do útero costuma ser silencioso, o que reforça a importância do exame preventivo regular. Quando os sintomas aparecem, a doença pode já estar em estágio mais avançado.

Os sinais mais comuns incluem:

  • Sangramento vaginal fora do período menstrual

  • Sangramento após relações sexuais

  • Corrimento vaginal com odor forte ou aspecto incomum

  • Dor pélvica constante

  • Desconforto durante a relação sexual

Em fases mais avançadas, podem surgir sintomas como dor lombar, inchaço nas pernas e alterações urinárias ou intestinais. Diante de qualquer um desses sinais, é fundamental procurar atendimento médico o quanto antes.

Prevenção: um caminho possível e eficaz

A boa notícia é que o câncer do colo do útero pode ser evitado por meio de duas estratégias principais: vacinação contra o HPV e rastreamento regular com o exame de Papanicolau.

A vacinação é indicada para meninas e meninos de 9 a 14 anos e tem apresentado avanço no país. Em 2025, a cobertura vacinal chegou a 79,95%, um crescimento em relação aos 75% registrados em 2024. Ainda assim, há diferença entre os gêneros: a adesão é maior entre meninas (85,89%) do que entre meninos (74,26%).

Embora os números mostrem evolução, especialistas reforçam que o ideal é ampliar ainda mais essa cobertura para alcançar a proteção coletiva e reduzir a circulação do vírus.

Já o exame de Papanicolau deve ser realizado regularmente por mulheres a partir dos 25 anos ou após o início da vida sexual, conforme orientação médica. Ele permite identificar alterações celulares precocemente, antes que evoluam para o câncer, tornando o tratamento mais simples e eficaz.

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Por que o diagnóstico da Síndrome de Down na gravidez pode fazer diferença

16 de março de 2026

Em 21 de março, o mundo celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data dedicada à conscientização, ao combate ao preconceito e à valorização das pessoas com Síndrome de Down. Mais do que lembrar a importância da inclusão, o dia também abre espaço para discutir informação e cuidados, inclusive durante a gestação. Uma […]

Por que o diagnóstico da Síndrome de Down na gravidez pode fazer diferença

Em 21 de março, o mundo celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data dedicada à conscientização, ao combate ao preconceito e à valorização das pessoas com Síndrome de Down. Mais do que lembrar a importância da inclusão, o dia também abre espaço para discutir informação e cuidados, inclusive durante a gestação.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestantes é: descobrir a Síndrome de Down ainda na gravidez faz alguma diferença para o bebê ou para a mãe?

A resposta é que o diagnóstico precoce não altera a condição genética do bebê, mas pode influenciar positivamente o acompanhamento da gestação e o planejamento dos cuidados após o nascimento.

O que é a Síndrome de Down

A Síndrome de Down é uma condição genética causada pela presença de uma cópia extra do cromossomo 2, e por isso também chamada de trissomia do 21. Essa alteração pode influenciar algumas características físicas e o desenvolvimento cognitivo, além de estar associada, em alguns casos, a condições de saúde que exigem acompanhamento médico.

Entre elas estão cardiopatias congênitas, alterações gastrointestinais e maior predisposição a algumas condições metabólicas e imunológicas. Ainda assim, cada pessoa com Síndrome de Down é única e pode apresentar diferentes níveis de desenvolvimento e autonomia.

Diagnóstico durante a gravidez

Durante o pré-natal, alguns exames podem indicar a possibilidade da condição ainda na gestação. Enquanto alguns exames avaliam apenas o risco, outros permitem confirmar o diagnóstico.

Entre eles estão:

  • Ultrassom morfológico do primeiro e do segundo trimestre

  • Testes de rastreamento no sangue materno

  • Teste pré-natal não invasivo (NIPT)

  • Exames confirmatórios, como amniocentese e biópsia de vilosidades coriônicas

Por que descobrir antes do nascimento pode ajudar

Saber da condição durante a gestação não muda a presença da Síndrome de Down, mas permite planejar melhor os cuidados médicos e o acompanhamento do bebê. Esse preparo pode facilitar intervenções precoces e garantir que o bebê receba o suporte necessário desde os primeiros momentos de vida.

Quando há suspeita ou confirmação, os profissionais de saúde podem:

  • Acompanhar mais de perto possíveis condições associadas

  • Investigar a presença de cardiopatias ainda na gestação

  • Planejar o parto em um hospital com estrutura neonatal adequada

  • Organizar o acompanhamento com especialistas logo após o nascimento

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Quando o corpo fala: sinais que podem indicar falta de vitamina B12

13 de março de 2026

A vitamina B12 é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. Ela participa da formação das células do sangue, contribui para o funcionamento adequado do sistema nervoso e tem papel importante na produção de energia. Mesmo com funções tão relevantes, a deficiência dessa vitamina pode passar despercebida por bastante tempo, principalmente porque muitos dos […]

Quando o corpo fala: sinais que podem indicar falta de vitamina B12

A vitamina B12 é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. Ela participa da formação das células do sangue, contribui para o funcionamento adequado do sistema nervoso e tem papel importante na produção de energia. Mesmo com funções tão relevantes, a deficiência dessa vitamina pode passar despercebida por bastante tempo, principalmente porque muitos dos sinais iniciais são sutis e facilmente confundidos com cansaço ou estresse do dia a dia.

Quando os níveis de vitamina B12 começam a cair, o corpo costuma enviar pequenos alertas. Nem sempre eles são claros ou aparecem todos ao mesmo tempo, o que pode atrasar a identificação do problema. Por isso, reconhecer esses sinais é um passo importante para buscar avaliação médica e evitar complicações.

Cansaço persistente

Um dos sintomas mais comuns da deficiência de vitamina B12 é o cansaço frequente. Isso acontece porque a vitamina está diretamente ligada à produção de glóbulos vermelhos, responsáveis por transportar oxigênio pelo organismo. Quando há falta de B12, a produção dessas células pode ser prejudicada, favorecendo o surgimento de anemia.

Com menos oxigênio circulando adequadamente pelo corpo, é comum sentir fadiga, falta de energia e dificuldade para realizar atividades que antes pareciam simples. Muitas pessoas descrevem uma sensação constante de exaustão, mesmo após períodos de descanso.

Formigamento nas mãos e nos pés

Outro sinal que merece atenção é a sensação de formigamento ou dormência nas extremidades, como mãos e pés. A vitamina B12 desempenha um papel importante na manutenção da bainha de mielina, uma estrutura que protege os nervos e permite a transmissão adequada dos impulsos nervosos.

Quando há deficiência da vitamina, essa proteção pode ser afetada, o que pode gerar sensações incomuns, como choques leves, dormência ou perda de sensibilidade. Esses sintomas costumam surgir de forma gradual e, muitas vezes, são atribuídos a problemas de circulação ou postura.

Alterações de memória e concentração

A saúde do sistema nervoso também depende da presença adequada de vitamina B12. Por isso, a deficiência pode provocar dificuldades cognitivas, como lapsos de memória, dificuldade de concentração e sensação de confusão mental.

Algumas pessoas relatam uma espécie de “névoa mental”, caracterizada por dificuldade de organizar pensamentos ou manter o foco em tarefas do cotidiano. Embora esses sintomas possam ter diversas causas, quando aparecem de forma persistente devem ser investigados.

Palidez e falta de ar

A deficiência de vitamina B12 pode levar ao desenvolvimento de anemia megaloblástica, um tipo de anemia caracterizado pela produção inadequada de glóbulos vermelhos. Como consequência, podem surgir sintomas como palidez, fraqueza e sensação de falta de ar, especialmente durante esforços físicos.

Esses sinais aparecem porque o organismo tem mais dificuldade para transportar oxigênio para os tecidos, o que afeta o funcionamento de diferentes sistemas do corpo.

Alterações no humor

Mudanças no humor também podem estar associadas à deficiência de vitamina B12. Estudos indicam que níveis inadequados dessa vitamina podem influenciar a produção de substâncias relacionadas ao bem-estar e à regulação emocional.

Assim, algumas pessoas podem apresentar sintomas como irritabilidade, desânimo ou até quadros depressivos. Embora esses sinais não sejam exclusivos da deficiência de B12, fazem parte do conjunto de manifestações que merecem avaliação.

Quem tem maior risco de deficiência?

A deficiência de vitamina B12 pode ocorrer por diferentes motivos. Em alguns casos, ela está relacionada à ingestão insuficiente da vitamina, que é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, leite e derivados. Por isso, pessoas que seguem dietas vegetarianas ou veganas precisam de acompanhamento nutricional para garantir níveis adequados.

Além disso, alterações na absorção da vitamina também podem levar à deficiência. Isso pode ocorrer em pessoas com doenças gastrointestinais, em quem passou por cirurgias no estômago ou no intestino, ou ainda em idosos, que podem apresentar redução natural na capacidade de absorção da B12.

O uso prolongado de alguns medicamentos também pode interferir nesse processo.

A importância do diagnóstico

Como os sintomas da deficiência de vitamina B12 podem ser variados e pouco específicos, o diagnóstico costuma ser feito por meio de exames laboratoriais solicitados por um profissional de saúde. Identificar a deficiência precocemente é importante para evitar complicações, especialmente aquelas relacionadas ao sistema nervoso.

O tratamento depende da causa e pode envolver ajustes na alimentação, suplementação oral ou, em alguns casos, aplicação de vitamina B12 por via injetável.

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Pontos no corpo que podem ajudar a aliviar o estresse

6 de março de 2026

Em meio à rotina intensa, compromissos e preocupações do dia a dia, o estresse se tornou uma queixa cada vez mais comum. Embora seja uma reação natural do organismo diante de situações desafiadoras, quando se torna frequente ou prolongado pode afetar o bem-estar físico e emocional. Entre as estratégias utilizadas para aliviar a tensão está […]

Pontos no corpo que podem ajudar a aliviar o estresse

Em meio à rotina intensa, compromissos e preocupações do dia a dia, o estresse se tornou uma queixa cada vez mais comum. Embora seja uma reação natural do organismo diante de situações desafiadoras, quando se torna frequente ou prolongado pode afetar o bem-estar físico e emocional.

Entre as estratégias utilizadas para aliviar a tensão está a acupressão, uma técnica baseada na medicina tradicional chinesa que consiste em aplicar pressão em pontos específicos do corpo. Esses pontos estariam relacionados a diferentes funções do organismo e, quando estimulados, podem contribuir para promover relaxamento, aliviar tensões e melhorar a sensação de equilíbrio.

A prática pode ser feita com os dedos, por meio de uma pressão firme e constante por alguns segundos ou minutos. Embora não substitua acompanhamento médico ou psicológico quando necessário, pode ser uma alternativa complementar para momentos de estresse.

Ponto entre as sobrancelhas

Localizado no espaço entre as sobrancelhas, esse ponto é conhecido por estar associado à sensação de calma e relaxamento.

Para estimulá-lo, pressione suavemente a região com a ponta do dedo indicador ou polegar durante cerca de 30 segundos a um minuto, mantendo a respiração lenta e profunda. A técnica pode ajudar a reduzir a tensão mental e favorecer a concentração.

Ponto entre o polegar e o indicador

Um dos pontos mais conhecidos da acupressão fica na região da mão, no espaço entre o polegar e o dedo indicador.

A pressão nessa área pode ajudar a aliviar tensões acumuladas e promover relaxamento. Para estimular o ponto, pressione a região com o polegar da outra mão por cerca de 30 segundos, realizando movimentos circulares leves.

Ponto no pulso

Na parte interna do pulso, aproximadamente três dedos abaixo da base da mão, existe um ponto frequentemente associado ao alívio da ansiedade e da sensação de tensão.

A pressão pode ser feita com o polegar por cerca de um minuto em cada pulso, mantendo a respiração tranquila. Essa técnica é frequentemente utilizada para ajudar a reduzir a sensação de inquietação.

Ponto na base do pescoço

Outro ponto que pode ajudar a aliviar a tensão está localizado na região posterior do pescoço, próximo à base do crânio.

Aplicar pressão com os polegares nessa área ou realizar uma leve massagem circular pode ajudar a relaxar a musculatura, especialmente após longos períodos em frente ao computador ou em posições que exigem esforço da região cervical.

Ponto no centro do peito

No centro do tórax, na altura do esterno, existe um ponto que na medicina tradicional chinesa está relacionado ao equilíbrio emocional.

A pressão suave ou uma massagem leve nessa região, acompanhada de respiração profunda, pode ajudar a diminuir a sensação de ansiedade e promover relaxamento.

Técnicas que podem complementar o cuidado com o estresse

Além da acupressão, outras práticas podem ajudar a reduzir os níveis de estresse no dia a dia. Entre elas estão atividades físicas regulares, pausas durante a rotina de trabalho, técnicas de respiração, meditação e momentos de lazer.

Também é importante observar sinais persistentes de estresse, como dificuldade para dormir, irritabilidade constante, dores musculares frequentes ou sensação de esgotamento. Nessas situações, buscar orientação profissional pode ser fundamental para identificar as causas e encontrar estratégias adequadas de cuidado.