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5 doenças típicas do outono e os cuidados que fazem diferença

27 de março de 2026

A chegada do outono costuma trazer um alívio do calor intenso, mas também marca o início de um período em que queixas respiratórias se tornam mais frequentes. Tosse persistente, coriza, espirros e crises alérgicas passam a fazer parte da rotina de muitas pessoas, e não é por acaso. As mudanças climáticas típicas da estação criam […]

5 doenças típicas do outono e os cuidados que fazem diferença

A chegada do outono costuma trazer um alívio do calor intenso, mas também marca o início de um período em que queixas respiratórias se tornam mais frequentes. Tosse persistente, coriza, espirros e crises alérgicas passam a fazer parte da rotina de muitas pessoas, e não é por acaso.

As mudanças climáticas típicas da estação criam um ambiente favorável para a circulação de vírus e para o agravamento de condições respiratórias já existentes, como rinite, sinusite e asma. Entender esse cenário é o primeiro passo para atravessar o período com mais saúde e menos desconforto.

O que muda no corpo durante o outono

Com a queda gradual das temperaturas e a redução da umidade do ar, o organismo precisa se adaptar a um novo contexto. O ar mais seco, por exemplo, compromete a proteção natural das vias respiratórias, deixando nariz e garganta mais vulneráveis a irritações e infecções.

Além disso, é comum que as pessoas passem mais tempo em ambientes fechados, com menor circulação de ar. Esse comportamento favorece a transmissão de vírus respiratórios, especialmente em locais com grande circulação, como escritórios, escolas e transporte público.

Outro fator importante é o acúmulo de poeira e ácaros, que tende a aumentar em períodos mais secos. Para quem já tem predisposição a alergias, esse cenário pode desencadear ou intensificar sintomas.

5 doenças típicas do outono

1. Rinite alérgica

Muito comum nessa época, é desencadeada principalmente por poeira, ácaros e mudanças de temperatura. Os sintomas incluem espirros, coriza e coceira no nariz.

2. Sinusite

Pode surgir após quadros gripais ou crises alérgicas. Causa dor facial, sensação de pressão na cabeça e secreção nasal.

3. Gripe

Infecção viral que ganha força no outono, com sintomas como febre, dor no corpo, cansaço e tosse.

4. Resfriado

Mais leve que a gripe, mas bastante comum. Provoca coriza, espirros e desconforto na garganta.

5. Crises de asma

O ar seco e a presença de alérgenos podem agravar os sintomas em quem já tem a condição, causando falta de ar e chiado no peito.

Como se proteger no dia a dia

Algumas medidas simples podem reduzir bastante o risco de adoecer ou de agravar sintomas respiratórios durante o outono, como:

1. Mantenha a vacinação em dia

A imunização contra a gripe e outras doenças respiratórias é uma das formas mais eficazes de prevenção, especialmente para grupos mais vulneráveis.

2. Cuide da qualidade do ar dentro de casa

Ambientes limpos e bem ventilados fazem diferença. Evite acúmulo de poeira, higienize tecidos com frequência e, se possível, deixe janelas abertas para circulação de ar.

3. Hidrate-se bem

Beber água ajuda a manter as mucosas hidratadas, fortalecendo a barreira natural do organismo contra agentes irritantes.

4. Use soluções para higiene nasal

O uso de soro fisiológico pode auxiliar na limpeza das vias respiratórias, reduzindo irritações e prevenindo infecções.

5. Atenção ao uso de umidificadores

Eles podem ajudar em dias muito secos, mas devem ser usados com moderação e higienizados corretamente para evitar a proliferação de fungos e bactérias.

6. Evite ambientes fechados e aglomerações

Sempre que possível, priorize locais arejados, especialmente em períodos de maior circulação de vírus.

Quando procurar ajuda médica

Embora muitos sintomas sejam leves e passageiros, é importante buscar orientação profissional quando houver:

  • Febre persistente

  • Falta de ar

  • Tosse intensa ou prolongada

  • Piora de condições respiratórias já existentes

O acompanhamento médico adequado ajuda a evitar complicações e garante um tratamento mais eficaz.

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Câncer do colo do útero: mortes crescem no Brasil e acendem alerta para prevenção e diagnóstico precoce

O aumento contínuo de mortes por câncer do colo do útero no Brasil tem acendido um sinal de alerta importante para a saúde pública. Apesar de ser uma doença com alto potencial de prevenção e com grandes chances de cura quando diagnosticada precocemente, os números mais recentes mostram que ainda há barreiras significativas no acesso […]

Câncer do colo do útero: mortes crescem no Brasil e acendem alerta para prevenção e diagnóstico precoce

O aumento contínuo de mortes por câncer do colo do útero no Brasil tem acendido um sinal de alerta importante para a saúde pública. Apesar de ser uma doença com alto potencial de prevenção e com grandes chances de cura quando diagnosticada precocemente, os números mais recentes mostram que ainda há barreiras significativas no acesso à informação, à vacinação e ao rastreamento.

De acordo com levantamento divulgado em março de 2026, com base em dados do DATASUS (Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM), organizados no Observatório da Saúde Pública da Umane, o país registrou cerca de 7,5 mil mortes em 2024, o maior número da série histórica iniciada em 2000. O crescimento é consistente: foram 7,2 mil óbitos em 2023, consolidando o terceiro ano consecutivo de alta. No acumulado desde 2022, o aumento chega a 13,4%, evidenciando uma tendência preocupante.

Quem são as principais vítimas

Os dados também revelam desigualdades importantes. A maior parte das mortes ocorre entre mulheres com 65 anos ou mais, que representam 32,6% dos casos. Além disso, há maior incidência entre mulheres pardas (48,3%) e com menor escolaridade, especialmente aquelas com até sete anos de estudo (52,3%).

Esses recortes reforçam que o câncer do colo do útero não é apenas uma questão médica, mas também social. O acesso desigual a serviços de saúde, informação e prevenção impacta diretamente os índices de mortalidade.

Outro dado preocupante vem do inquérito Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) 2024: 12,5% das mulheres entre 25 e 64 anos nunca realizaram o exame de Papanicolau, principal forma de detectar alterações precursoras da doença. Isso significa que uma parcela significativa da população feminina ainda está fora das estratégias básicas de rastreamento.

O que causa o câncer do colo do útero

A principal causa do câncer do colo do útero é a infecção persistente pelo HPV (Papilomavírus Humano), um vírus sexualmente transmissível bastante comum. Na maioria dos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas, quando a infecção persiste, pode provocar alterações nas células do colo do útero que evoluem para o câncer ao longo dos anos.

Essa evolução lenta é justamente o que torna a doença altamente prevenível: há tempo suficiente para identificar e tratar lesões antes que se tornem malignas.

Principais sintomas: quando o corpo dá sinais

Nos estágios iniciais, o câncer do colo do útero costuma ser silencioso, o que reforça a importância do exame preventivo regular. Quando os sintomas aparecem, a doença pode já estar em estágio mais avançado.

Os sinais mais comuns incluem:

  • Sangramento vaginal fora do período menstrual

  • Sangramento após relações sexuais

  • Corrimento vaginal com odor forte ou aspecto incomum

  • Dor pélvica constante

  • Desconforto durante a relação sexual

Em fases mais avançadas, podem surgir sintomas como dor lombar, inchaço nas pernas e alterações urinárias ou intestinais. Diante de qualquer um desses sinais, é fundamental procurar atendimento médico o quanto antes.

Prevenção: um caminho possível e eficaz

A boa notícia é que o câncer do colo do útero pode ser evitado por meio de duas estratégias principais: vacinação contra o HPV e rastreamento regular com o exame de Papanicolau.

A vacinação é indicada para meninas e meninos de 9 a 14 anos e tem apresentado avanço no país. Em 2025, a cobertura vacinal chegou a 79,95%, um crescimento em relação aos 75% registrados em 2024. Ainda assim, há diferença entre os gêneros: a adesão é maior entre meninas (85,89%) do que entre meninos (74,26%).

Embora os números mostrem evolução, especialistas reforçam que o ideal é ampliar ainda mais essa cobertura para alcançar a proteção coletiva e reduzir a circulação do vírus.

Já o exame de Papanicolau deve ser realizado regularmente por mulheres a partir dos 25 anos ou após o início da vida sexual, conforme orientação médica. Ele permite identificar alterações celulares precocemente, antes que evoluam para o câncer, tornando o tratamento mais simples e eficaz.

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Por que o diagnóstico da Síndrome de Down na gravidez pode fazer diferença

16 de março de 2026

Em 21 de março, o mundo celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data dedicada à conscientização, ao combate ao preconceito e à valorização das pessoas com Síndrome de Down. Mais do que lembrar a importância da inclusão, o dia também abre espaço para discutir informação e cuidados, inclusive durante a gestação. Uma […]

Por que o diagnóstico da Síndrome de Down na gravidez pode fazer diferença

Em 21 de março, o mundo celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data dedicada à conscientização, ao combate ao preconceito e à valorização das pessoas com Síndrome de Down. Mais do que lembrar a importância da inclusão, o dia também abre espaço para discutir informação e cuidados, inclusive durante a gestação.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestantes é: descobrir a Síndrome de Down ainda na gravidez faz alguma diferença para o bebê ou para a mãe?

A resposta é que o diagnóstico precoce não altera a condição genética do bebê, mas pode influenciar positivamente o acompanhamento da gestação e o planejamento dos cuidados após o nascimento.

O que é a Síndrome de Down

A Síndrome de Down é uma condição genética causada pela presença de uma cópia extra do cromossomo 2, e por isso também chamada de trissomia do 21. Essa alteração pode influenciar algumas características físicas e o desenvolvimento cognitivo, além de estar associada, em alguns casos, a condições de saúde que exigem acompanhamento médico.

Entre elas estão cardiopatias congênitas, alterações gastrointestinais e maior predisposição a algumas condições metabólicas e imunológicas. Ainda assim, cada pessoa com Síndrome de Down é única e pode apresentar diferentes níveis de desenvolvimento e autonomia.

Diagnóstico durante a gravidez

Durante o pré-natal, alguns exames podem indicar a possibilidade da condição ainda na gestação. Enquanto alguns exames avaliam apenas o risco, outros permitem confirmar o diagnóstico.

Entre eles estão:

  • Ultrassom morfológico do primeiro e do segundo trimestre

  • Testes de rastreamento no sangue materno

  • Teste pré-natal não invasivo (NIPT)

  • Exames confirmatórios, como amniocentese e biópsia de vilosidades coriônicas

Por que descobrir antes do nascimento pode ajudar

Saber da condição durante a gestação não muda a presença da Síndrome de Down, mas permite planejar melhor os cuidados médicos e o acompanhamento do bebê. Esse preparo pode facilitar intervenções precoces e garantir que o bebê receba o suporte necessário desde os primeiros momentos de vida.

Quando há suspeita ou confirmação, os profissionais de saúde podem:

  • Acompanhar mais de perto possíveis condições associadas

  • Investigar a presença de cardiopatias ainda na gestação

  • Planejar o parto em um hospital com estrutura neonatal adequada

  • Organizar o acompanhamento com especialistas logo após o nascimento

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Quando o corpo fala: sinais que podem indicar falta de vitamina B12

13 de março de 2026

A vitamina B12 é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. Ela participa da formação das células do sangue, contribui para o funcionamento adequado do sistema nervoso e tem papel importante na produção de energia. Mesmo com funções tão relevantes, a deficiência dessa vitamina pode passar despercebida por bastante tempo, principalmente porque muitos dos […]

Quando o corpo fala: sinais que podem indicar falta de vitamina B12

A vitamina B12 é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. Ela participa da formação das células do sangue, contribui para o funcionamento adequado do sistema nervoso e tem papel importante na produção de energia. Mesmo com funções tão relevantes, a deficiência dessa vitamina pode passar despercebida por bastante tempo, principalmente porque muitos dos sinais iniciais são sutis e facilmente confundidos com cansaço ou estresse do dia a dia.

Quando os níveis de vitamina B12 começam a cair, o corpo costuma enviar pequenos alertas. Nem sempre eles são claros ou aparecem todos ao mesmo tempo, o que pode atrasar a identificação do problema. Por isso, reconhecer esses sinais é um passo importante para buscar avaliação médica e evitar complicações.

Cansaço persistente

Um dos sintomas mais comuns da deficiência de vitamina B12 é o cansaço frequente. Isso acontece porque a vitamina está diretamente ligada à produção de glóbulos vermelhos, responsáveis por transportar oxigênio pelo organismo. Quando há falta de B12, a produção dessas células pode ser prejudicada, favorecendo o surgimento de anemia.

Com menos oxigênio circulando adequadamente pelo corpo, é comum sentir fadiga, falta de energia e dificuldade para realizar atividades que antes pareciam simples. Muitas pessoas descrevem uma sensação constante de exaustão, mesmo após períodos de descanso.

Formigamento nas mãos e nos pés

Outro sinal que merece atenção é a sensação de formigamento ou dormência nas extremidades, como mãos e pés. A vitamina B12 desempenha um papel importante na manutenção da bainha de mielina, uma estrutura que protege os nervos e permite a transmissão adequada dos impulsos nervosos.

Quando há deficiência da vitamina, essa proteção pode ser afetada, o que pode gerar sensações incomuns, como choques leves, dormência ou perda de sensibilidade. Esses sintomas costumam surgir de forma gradual e, muitas vezes, são atribuídos a problemas de circulação ou postura.

Alterações de memória e concentração

A saúde do sistema nervoso também depende da presença adequada de vitamina B12. Por isso, a deficiência pode provocar dificuldades cognitivas, como lapsos de memória, dificuldade de concentração e sensação de confusão mental.

Algumas pessoas relatam uma espécie de “névoa mental”, caracterizada por dificuldade de organizar pensamentos ou manter o foco em tarefas do cotidiano. Embora esses sintomas possam ter diversas causas, quando aparecem de forma persistente devem ser investigados.

Palidez e falta de ar

A deficiência de vitamina B12 pode levar ao desenvolvimento de anemia megaloblástica, um tipo de anemia caracterizado pela produção inadequada de glóbulos vermelhos. Como consequência, podem surgir sintomas como palidez, fraqueza e sensação de falta de ar, especialmente durante esforços físicos.

Esses sinais aparecem porque o organismo tem mais dificuldade para transportar oxigênio para os tecidos, o que afeta o funcionamento de diferentes sistemas do corpo.

Alterações no humor

Mudanças no humor também podem estar associadas à deficiência de vitamina B12. Estudos indicam que níveis inadequados dessa vitamina podem influenciar a produção de substâncias relacionadas ao bem-estar e à regulação emocional.

Assim, algumas pessoas podem apresentar sintomas como irritabilidade, desânimo ou até quadros depressivos. Embora esses sinais não sejam exclusivos da deficiência de B12, fazem parte do conjunto de manifestações que merecem avaliação.

Quem tem maior risco de deficiência?

A deficiência de vitamina B12 pode ocorrer por diferentes motivos. Em alguns casos, ela está relacionada à ingestão insuficiente da vitamina, que é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, leite e derivados. Por isso, pessoas que seguem dietas vegetarianas ou veganas precisam de acompanhamento nutricional para garantir níveis adequados.

Além disso, alterações na absorção da vitamina também podem levar à deficiência. Isso pode ocorrer em pessoas com doenças gastrointestinais, em quem passou por cirurgias no estômago ou no intestino, ou ainda em idosos, que podem apresentar redução natural na capacidade de absorção da B12.

O uso prolongado de alguns medicamentos também pode interferir nesse processo.

A importância do diagnóstico

Como os sintomas da deficiência de vitamina B12 podem ser variados e pouco específicos, o diagnóstico costuma ser feito por meio de exames laboratoriais solicitados por um profissional de saúde. Identificar a deficiência precocemente é importante para evitar complicações, especialmente aquelas relacionadas ao sistema nervoso.

O tratamento depende da causa e pode envolver ajustes na alimentação, suplementação oral ou, em alguns casos, aplicação de vitamina B12 por via injetável.

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Pontos no corpo que podem ajudar a aliviar o estresse

6 de março de 2026

Em meio à rotina intensa, compromissos e preocupações do dia a dia, o estresse se tornou uma queixa cada vez mais comum. Embora seja uma reação natural do organismo diante de situações desafiadoras, quando se torna frequente ou prolongado pode afetar o bem-estar físico e emocional. Entre as estratégias utilizadas para aliviar a tensão está […]

Pontos no corpo que podem ajudar a aliviar o estresse

Em meio à rotina intensa, compromissos e preocupações do dia a dia, o estresse se tornou uma queixa cada vez mais comum. Embora seja uma reação natural do organismo diante de situações desafiadoras, quando se torna frequente ou prolongado pode afetar o bem-estar físico e emocional.

Entre as estratégias utilizadas para aliviar a tensão está a acupressão, uma técnica baseada na medicina tradicional chinesa que consiste em aplicar pressão em pontos específicos do corpo. Esses pontos estariam relacionados a diferentes funções do organismo e, quando estimulados, podem contribuir para promover relaxamento, aliviar tensões e melhorar a sensação de equilíbrio.

A prática pode ser feita com os dedos, por meio de uma pressão firme e constante por alguns segundos ou minutos. Embora não substitua acompanhamento médico ou psicológico quando necessário, pode ser uma alternativa complementar para momentos de estresse.

Ponto entre as sobrancelhas

Localizado no espaço entre as sobrancelhas, esse ponto é conhecido por estar associado à sensação de calma e relaxamento.

Para estimulá-lo, pressione suavemente a região com a ponta do dedo indicador ou polegar durante cerca de 30 segundos a um minuto, mantendo a respiração lenta e profunda. A técnica pode ajudar a reduzir a tensão mental e favorecer a concentração.

Ponto entre o polegar e o indicador

Um dos pontos mais conhecidos da acupressão fica na região da mão, no espaço entre o polegar e o dedo indicador.

A pressão nessa área pode ajudar a aliviar tensões acumuladas e promover relaxamento. Para estimular o ponto, pressione a região com o polegar da outra mão por cerca de 30 segundos, realizando movimentos circulares leves.

Ponto no pulso

Na parte interna do pulso, aproximadamente três dedos abaixo da base da mão, existe um ponto frequentemente associado ao alívio da ansiedade e da sensação de tensão.

A pressão pode ser feita com o polegar por cerca de um minuto em cada pulso, mantendo a respiração tranquila. Essa técnica é frequentemente utilizada para ajudar a reduzir a sensação de inquietação.

Ponto na base do pescoço

Outro ponto que pode ajudar a aliviar a tensão está localizado na região posterior do pescoço, próximo à base do crânio.

Aplicar pressão com os polegares nessa área ou realizar uma leve massagem circular pode ajudar a relaxar a musculatura, especialmente após longos períodos em frente ao computador ou em posições que exigem esforço da região cervical.

Ponto no centro do peito

No centro do tórax, na altura do esterno, existe um ponto que na medicina tradicional chinesa está relacionado ao equilíbrio emocional.

A pressão suave ou uma massagem leve nessa região, acompanhada de respiração profunda, pode ajudar a diminuir a sensação de ansiedade e promover relaxamento.

Técnicas que podem complementar o cuidado com o estresse

Além da acupressão, outras práticas podem ajudar a reduzir os níveis de estresse no dia a dia. Entre elas estão atividades físicas regulares, pausas durante a rotina de trabalho, técnicas de respiração, meditação e momentos de lazer.

Também é importante observar sinais persistentes de estresse, como dificuldade para dormir, irritabilidade constante, dores musculares frequentes ou sensação de esgotamento. Nessas situações, buscar orientação profissional pode ser fundamental para identificar as causas e encontrar estratégias adequadas de cuidado.

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Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre mulheres no mundo

5 de março de 2026

O Mês da Mulher costuma ser um momento de reflexão sobre conquistas, direitos e bem-estar feminino. Também é uma oportunidade importante para reforçar um tema essencial: o cuidado com a saúde. Entre os diversos aspectos que merecem atenção, a saúde do coração ocupa um lugar central. Isso porque as doenças cardiovasculares são atualmente a principal […]

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre mulheres no mundo

O Mês da Mulher costuma ser um momento de reflexão sobre conquistas, direitos e bem-estar feminino. Também é uma oportunidade importante para reforçar um tema essencial: o cuidado com a saúde. Entre os diversos aspectos que merecem atenção, a saúde do coração ocupa um lugar central.

Isso porque as doenças cardiovasculares são atualmente a principal causa de morte entre mulheres no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essas condições são responsáveis por cerca de um terço de todas as mortes femininas, superando inclusive diversos tipos de câncer quando analisados em conjunto.

Entre os problemas mais frequentes estão o infarto, o acidente vascular cerebral (AVC), a insuficiência cardíaca e outras alterações que comprometem o funcionamento do coração e dos vasos sanguíneos.

Apesar da alta incidência, muitas mulheres ainda não se reconhecem como parte do grupo de maior risco para essas doenças. A percepção comum costuma associar os problemas cardíacos mais aos homens, o que pode fazer com que os sinais de alerta sejam ignorados ou subestimados.

Sintomas podem se manifestar de forma diferente

Outro ponto importante é que os sintomas de doenças cardiovasculares nem sempre se apresentam da mesma forma nas mulheres. Enquanto o infarto nos homens costuma ser marcado por dor intensa no peito, nas mulheres os sinais podem ser mais discretos ou até confundidos com outros problemas de saúde.

Alguns sintomas que merecem atenção incluem:

  • Falta de ar

  • Cansaço excessivo sem motivo aparente

  • Náuseas ou sensação de mal-estar

  • Tontura

  • Dor nas costas, no pescoço ou na mandíbula

  • Desconforto ou pressão no peito

Por serem sinais menos evidentes, muitas mulheres demoram mais para procurar atendimento médico, o que pode atrasar o diagnóstico.

Fatores de risco que merecem atenção

Diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Entre os principais estão:

  • Pressão alta

  • Colesterol elevado

  • Diabetes

  • Tabagismo

  • Sedentarismo

  • Alimentação rica em gorduras e ultraprocessados

  • Excesso de peso

  • Estresse

Além desses fatores, mudanças hormonais ao longo da vida, especialmente após a menopausa, também podem influenciar o risco cardiovascular.

Prevenção faz diferença

A boa notícia é que muitos casos de doenças cardiovasculares podem ser evitados com medidas de prevenção e acompanhamento médico regular. Pequenas mudanças de hábito já contribuem significativamente para a saúde do coração.

Entre as principais recomendações estão:

  • Manter uma rotina de atividades físicas

  • Adotar uma alimentação equilibrada

  • Controlar pressão arterial, colesterol e glicemia

  • Evitar o tabagismo

  • Realizar consultas e exames periódicos

Esses cuidados ajudam a identificar alterações precocemente e permitem intervenções que reduzem riscos e complicações futuras.

O acompanhamento da saúde cardiovascular passa também pela realização de exames e avaliações médicas que ajudam a identificar fatores de risco e possíveis alterações antes mesmo do surgimento de sintomas.

Exames laboratoriais e de imagem, associados à avaliação clínica, permitem um monitoramento mais completo da saúde do coração. Quando alterações são detectadas precocemente, as chances de controle e tratamento são significativamente maiores.