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Queimaduras: 5 cuidados para evitar acidentes e 5 atitudes que podem fazer a diferença

11 de junho de 2026

Com a chegada das festas juninas, aumenta também o número de acidentes com queimaduras. Fogueiras, fogos de artifício, líquidos quentes, churrasqueiras e até mesmo o preparo de comidas típicas elevam o risco de lesões que podem variar de leves a graves. Embora as crianças estejam entre os grupos mais vulneráveis, os adultos também representam uma […]

Queimaduras: 5 cuidados para evitar acidentes e 5 atitudes que podem fazer a diferença

Com a chegada das festas juninas, aumenta também o número de acidentes com queimaduras. Fogueiras, fogos de artifício, líquidos quentes, churrasqueiras e até mesmo o preparo de comidas típicas elevam o risco de lesões que podem variar de leves a graves.

Embora as crianças estejam entre os grupos mais vulneráveis, os adultos também representam uma parcela significativa dos atendimentos, especialmente em acidentes domésticos e durante o manuseio inadequado de fogo, óleo quente e produtos inflamáveis.

A boa notícia é que muitos desses acidentes podem ser evitados com medidas simples. E, quando acontecem, saber agir rapidamente ajuda a reduzir danos e complicações.

5 cuidados para evitar queimaduras

1. Mantenha distância segura de fogueiras e churrasqueiras

Fogueiras são símbolos tradicionais das festas juninas, mas exigem atenção. O ideal é manter uma distância segura das chamas e evitar brincadeiras próximas ao fogo. Também é importante não utilizar líquidos inflamáveis para acender ou reacender fogueiras.

2. Tenha cuidado ao manusear líquidos e alimentos quentes

Água fervente, café, óleo e panelas são causas frequentes de queimaduras dentro de casa. Sempre transporte recipientes quentes com atenção e evite deixá-los em locais onde possam ser derrubados facilmente.

3. Redobre a atenção com fogos de artifício

O uso inadequado de fogos está entre os principais responsáveis por queimaduras durante o período junino. Eles devem ser manipulados apenas conforme as orientações do fabricante e em locais abertos, longe de pessoas, veículos e materiais inflamáveis.

4. Evite roupas muito largas perto do fogo

Tecidos soltos podem entrar em contato com chamas e aumentar rapidamente a gravidade de um acidente. Em ambientes com fogueiras, churrasqueiras ou fogões, o ideal é utilizar roupas mais ajustadas ao corpo.

5. Não subestime os acidentes domésticos

Muitas queimaduras acontecem durante atividades rotineiras. O contato com ferro de passar, forno, panela, chapinha e até vapor quente pode causar lesões importantes. A prevenção começa pela atenção aos detalhes do dia a dia.

E se a queimadura acontecer? Veja 5 atitudes importantes

1. Resfrie a área com água corrente

A primeira medida recomendada é colocar a região queimada sob água corrente em temperatura ambiente por cerca de 10 a 20 minutos. Isso ajuda a interromper a ação do calor e pode diminuir a profundidade da lesão.

2. Retire acessórios próximos à área afetada

Anéis, pulseiras, relógios e outros objetos devem ser removidos o mais rápido possível, antes que o inchaço dificulte a retirada.

3. Não aplique receitas caseiras

Passar manteiga, pasta de dente, café, óleo, gelo ou qualquer outra substância sobre a queimadura pode agravar a lesão e aumentar o risco de infecções. O tratamento inadequado costuma dificultar a avaliação médica posterior.

4. Proteja a região sem apertar

Após o resfriamento, a área pode ser coberta com um pano limpo ou gaze esterilizada, sem pressionar a pele. Isso ajuda a proteger o local até a avaliação profissional, quando necessária.

5. Procure atendimento médico em casos mais graves

Queimaduras extensas, profundas, com bolhas grandes ou que atinjam rosto, mãos, pés, genitais e articulações devem receber avaliação médica. Também é importante buscar ajuda quando a vítima apresenta sinais de dor intensa, dificuldade para respirar ou quando o acidente envolve eletricidade ou produtos químicos.

 

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Torcer cansa? Seu corpo responde que sim

10 de junho de 2026

Com a aproximação do maior campeonato de futebol entre clubes do mundo, milhões de pessoas já começam a entrar no clima da competição. E não é apenas a expectativa pelos jogos que aumenta: o corpo também reage à emoção que acompanha cada partida, disputa e decisão. Mãos suando, coração acelerado, frio na barriga, tensão a […]

Torcer cansa? Seu corpo responde que sim

Com a aproximação do maior campeonato de futebol entre clubes do mundo, milhões de pessoas já começam a entrar no clima da competição. E não é apenas a expectativa pelos jogos que aumenta: o corpo também reage à emoção que acompanha cada partida, disputa e decisão.

Mãos suando, coração acelerado, frio na barriga, tensão a cada lance e uma explosão de alegria ou frustração quando o jogo termina. Quem acompanha futebol sabe que assistir a uma partida importante pode ser uma experiência emocional intensa. Mas o que muita gente não percebe é que o corpo realmente responde a esses momentos como se estivesse participando do jogo.

Durante competições de grande porte, nosso organismo entra em estado de alerta, desencadeando uma série de reações físicas e emocionais.

O que acontece com o corpo durante momentos de tensão?

Quando vivenciamos uma situação emocionante, o cérebro libera hormônios como adrenalina e cortisol. Eles fazem parte do mecanismo natural de resposta ao estresse e preparam o organismo para reagir rapidamente a um desafio.

Na prática, isso pode provocar:

  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Elevação temporária da pressão arterial;
  • Respiração mais rápida;
  • Suor excessivo;
  • Sensação de frio na barriga;
  • Tremores ou inquietação.

Embora pareçam exageradas para quem está apenas sentado no sofá, essas reações são completamente normais e fazem parte do funcionamento do corpo humano.

Por que o coração acelera tanto?

O coração é um dos órgãos que mais responde aos estímulos emocionais. Quando a adrenalina entra em ação, ele passa a bater mais rápido para garantir que músculos e órgãos recebam mais oxigênio e energia.

Em pessoas saudáveis, esse aumento costuma ser temporário e desaparece após o fim da emoção. No entanto, indivíduos com doenças cardiovasculares, hipertensão ou histórico de problemas cardíacos devem ficar mais atentos, já que situações de estresse intenso podem representar um esforço adicional para o organismo.

O famoso “frio na barriga” existe mesmo

A sensação não é apenas uma expressão popular. Durante momentos de ansiedade ou expectativa, o cérebro prioriza o envio de sangue para órgãos considerados mais importantes para uma resposta rápida, como coração, pulmões e músculos.

Com isso, o sistema digestivo recebe menos atenção temporariamente, o que pode gerar desconforto abdominal, sensação de vazio no estômago, náusea leve ou aquele conhecido frio na barriga.

Emoções fortes podem impactar a saúde?

Para a maioria das pessoas, a resposta é não. As alterações provocadas pela emoção costumam ser passageiras e desaparecem naturalmente.

Por outro lado, situações de estresse intenso e frequente podem contribuir para o aumento da pressão arterial, piora da qualidade do sono e maior desgaste físico e emocional ao longo do tempo.

Além disso, sintomas como dor no peito, falta de ar importante, desmaios ou palpitações persistentes nunca devem ser atribuídos apenas ao nervosismo sem avaliação médica.

Como assistir aos jogos sem deixar a saúde de lado?

A emoção faz parte do esporte, mas alguns cuidados ajudam o organismo a lidar melhor com esses momentos:

  • Evite exageros no consumo de álcool;
  • Mantenha-se hidratado;
  • Procure fazer pausas para se movimentar durante transmissões mais longas;
  • Priorize uma alimentação equilibrada;
  • Respeite seus horários de sono, mesmo em dias de jogos.