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Micose no verão: saiba como evitar e tratar a doença

11 de março de 2022

O aparecimento de micoses durante o verão é algo bastante comum. Como o Brasil é um país tropical, essa época do ano tem como principais características as altas temperaturas e o grande volume de chuvas, condições ideais para a proliferação de fungos, os microorganismos responsáveis pela doença. Aliado a esses fatores, o excesso de suor, […]

Micose no verão: saiba como evitar e tratar a doença

O aparecimento de micoses durante o verão é algo bastante comum. Como o Brasil é um país tropical, essa época do ano tem como principais características as altas temperaturas e o grande volume de chuvas, condições ideais para a proliferação de fungos, os microorganismos responsáveis pela doença. Aliado a esses fatores, o excesso de suor, o uso prolongado de roupas de banho molhadas, de sapatos fechados e de toalhas e roupas emprestadas podem favorecer a contaminação. Por isso, a gente te explica o que é esse problema, como tratar e evitar. 

O que são micoses?

A micose é uma infecção causada por fungos, que costuma atacar a pele, unhas e couro cabeludo. Os principais sintomas são coceira, manchas brancas, rachaduras entre os dedos e deformação nas unhas. Ela pode ser classificada em superficiais, que ocorrem devido a condições do ambiente que favorecem o crescimento do microorganismo no nosso corpo, como o calor, umidade e pouca luz, ou profundas, que acometem indivíduos que apresentam grave deficiência imunológica.

Quais são os principais tipos? 

Também conhecida como pé de atleta, a frieira é uma das micoses mais comuns. Os fungos se espalham entre os dedos, provocando bolhas de água, coceira, descamação e rachaduras na pele. Os pés e mãos também podem ser atingidos pela onicomicose, uma infecção fúngica que deixa as unhas deformadas, grossas e amareladas.

A pitiríase versicolor, chamada popularmente de micose de praia ou pano branco, é causada pelo fungo Malassezia furfur. Apesar de ser um habitante natural da pele, o calor e a oleosidade favorecem esse tipo de fungo e provocam o surgimento de manchas nas regiões das costas, pescoço e rosto. Diferente da maioria das micoses, a pitiríase versicolor não provoca coceira. 

Já a Candida albicans pode alterar as mucosas e causar um tipo de micose conhecido como sapinho. Essa infecção é comum em bebês e produz dolorosas placas brancas. O couro cabeludo é a região menos atingida pela micose entre os adultos, porém apresenta alta incidência em crianças. Os fungos se alimentam da queratina dos cabelos e formam pequenas placas arredondadas, fazendo com que o local sofra com coceira e ardência. 

Principais sintomas

  • Coceira, inflamação ou descamação da pele;
  • Manchas brancas ou em tons de marrom; 
  • Vermelhidão;
  • Rachadura entre os dedos;
  • Unhas deformadas e amareladas.

Como tratar? 

Os ferimentos causados pelas micoses podem facilitar a entrada de outros microorganismos prejudiciais à saúde. Quando não tratadas, infecções simples podem se transformar em outras doenças mais graves. Por isso, ao identificar algum sinal de anormalidade no corpo, procure um médico dermatologista para que seja feito o diagnóstico.

Para o tratamento de micose é comum o uso de medicamentos antifúngicos em formato de cremes, sprays e esmaltes. Em alguns casos, o médico pode receitar remédios via oral. A duração da terapia também varia, podendo durar semanas ou meses, de acordo com a resistência do fungo, por isso requer disciplina e não deve ser descontinuada antes do prazo recomendado. 

Como prevenir

  • Enxugue bem o corpo após o banho de mar, de piscina ou de chuveiro;
  • Não ande descalço em academias e clubes;
  • Não compartilhe roupas, toalhas ou utensílios de uso pessoal;
  • Prefira peças de roupa de algodão, que absorvem melhor o suor; 
  • Evite sapatos abafados ou que favorecem a transpiração dos pés; 
  • Fique atento aos seus animais de estimação, pois eles também podem contrair fungos no couro cabeludo; 
  • Na manicure, observe se os instrumentos estão sendo bem esterilizados ou leve os seus próprios. 

Leia também: Cuidados para se exercitar no verão de forma saudável

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Dicas para preservar a saúde óssea

Você sabe qual é a principal inimiga dos ossos? A osteoporose, uma doença bastante comum, caracterizada pela perda progressiva de massa óssea e que torna os ossos enfraquecidos e mais predispostos a fraturas. Porém, aqui vai uma boa notícia: a osteoporose pode ser prevenida através de três pilares, boa alimentação, atividade física e acompanhamento médico.  […]

Dicas para preservar a saúde óssea

Você sabe qual é a principal inimiga dos ossos? A osteoporose, uma doença bastante comum, caracterizada pela perda progressiva de massa óssea e que torna os ossos enfraquecidos e mais predispostos a fraturas. Porém, aqui vai uma boa notícia: a osteoporose pode ser prevenida através de três pilares, boa alimentação, atividade física e acompanhamento médico. 

Estima-se que a osteoporose seja um problema que afeta cerca de 10 milhões de brasileiros. No mundo, ela acomete uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima de 50 anos. Todavia, além da osteoporose, o raquitismo em crianças e a osteomalácia em adultos são doenças ósseas comuns, ambas caracterizadas por defeitos da mineralização óssea. 

Quer saber como reduzir os riscos de desenvolver a osteoporose através de hábitos saudáveis ou caso já possua o diagnóstico, de que maneira prevenir fraturas ósseas no futuro? Acompanhe o nosso guia!

Faça atividades físicas

Não é segredo para ninguém o quanto as atividades físicas trazem benefícios ao corpo humano, garantindo saúde e longevidade. Quando falamos em saúde dos ossos, manter o corpo em movimento é um dos fatores que estimulam a densidade mineral óssea. Diversos estudos apontam que a combinação de dieta rica em cálcio e atividades físicas regulares maximiza o pico de massa óssea e, assim, reduz o risco de osteoporose.

A massa muscular também é de extrema importância para a saúde, já que ela exerce uma força de tração nos ossos, capaz de fortalecer o esqueleto. Por isso, quando o corpo humano perde músculo, o estímulo à formação óssea diminui. Com o passar dos anos, é natural que haja uma perda óssea e muscular à medida que envelhecemos. Sendo assim, é recomendado manter uma rotina que envolva exercícios físicos e uma dieta alimentar rica em cálcio, vitamina D e proteínas. Isso se torna ainda mais significativo na fase da menopausa, fim da fase reprodutiva da vida da mulher, e entre idosos. 

Outro fator considerável quando se fala de saúde óssea é o peso corporal. Ao contrário do que se pode imaginar, tanto a perda de peso quanto o excesso podem ser prejudiciais aos ossos, tendo impactos negativos sobre a osteoporose e aumentando o risco de fraturas. Diante disso, é muito importante manter uma alimentação equilibrada, acompanhada preferencialmente por um profissional de nutrição, principalmente em trabalhos de redução de peso, para que sejam preservadas a massa muscular e a saúde óssea.

Cuide da sua alimentação

O cálcio é o principal mineral que atua diretamente na manutenção da saúde óssea, sendo essencial para o nosso organismo. A necessidade de consumo desse mineral varia ao longo da vida, sendo maior entre crianças, adolescentes, gestantes e idosos. As melhores fontes de cálcio, que possuem maior absorção, são os laticínios bovinos. Além dos leites de origem animal e vegetal e os seus derivados, outros alimentos ricos em cálcio são vegetais verde-escuros, feijão, lentilha, milho, salmão, sardinha, entre outros. 

Para homens e mulheres acima dos 30 anos, é recomendado o consumo de 1000 a 1200 mg de cálcio todos os dias. Para atingir esse valor diário, basta consumir de forma habitual os alimentos recomendados ao longo das refeições. No entanto, não basta ingerir o cálcio, ele precisa ser absorvido pelo organismo, e para isso necessita das vitaminas, como a D e K, e as proteínas, que auxiliam nesse processo. 

Além de ajudar na absorção do cálcio, a vitamina D tem um papel valioso para a saúde óssea, uma vez que melhora a qualidade e a resistência dos ossos. Em casos de deficiência grave dessa vitamina, o risco é maior para o desenvolvimento de raquitismo e osteomalácia e aumento da perda óssea na osteoporose. Esse nutriente é encontrado em alguns alimentos, como peixes, óleo de fígado de bacalhau, leite fortificado, carnes bovinas, frango e manteiga. 

Para sintetizar a vitamina D, é indicado tomar sol diariamente, entre cinco e dez minutos, sem protetor solar, em horários de menor incidência de raios UV, como antes das 10 horas da manhã e após as 16h. Já a reposição é feita através de suplementos, sempre com o acompanhamento médico. 

Essencial para a coagulação sanguínea e poderoso regulador da disposição do cálcio na matriz óssea, a vitamina K, quando em falta no organismo, também eleva o risco de osteoporose e de fraturas. As vitaminas K1 e K2, formas naturais desse nutriente, são consideradas protetoras ósseas potenciais e podem ser encontradas em legumes com folhas verde-escuras, oleaginosas e frutas como abacate, kiwi, figo e uva.

Faça check-up médico regularmente 

Realizar consultas médicas e exames de forma regular é a principal maneira de descobrir fatores de riscos para desenvolver doenças ósseas. Além disso, é possível diagnosticar as patologias ainda em seu início, impedindo a evolução e agravamento. Afinal, quanto mais cedo o tratamento é iniciado, maiores as chances de sucesso. 

Portanto, aliando a prática de exercícios, alimentação equilibrada e hábitos saudáveis às consultas médicas regulares, a sua saúde óssea sai na frente nos quesitos prevenção e cuidado.

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Automedicação: você conhece os perigos dessa prática?

28 de janeiro de 2022

Remédios para dor, relaxantes musculares e anti-inflamatórios fazem parte da rotina de muitas pessoas. Basta sentir um incômodo, que o medicamento está na mão, pronto para consumo. A automedicação, que é o ato de tomar remédios por conta própria, sem orientação médica, é um hábito na vida de sete em cada dez brasileiros acima de […]

Automedicação: você conhece os perigos dessa prática?

Remédios para dor, relaxantes musculares e anti-inflamatórios fazem parte da rotina de muitas pessoas. Basta sentir um incômodo, que o medicamento está na mão, pronto para consumo. A automedicação, que é o ato de tomar remédios por conta própria, sem orientação médica, é um hábito na vida de sete em cada dez brasileiros acima de 18 anos. E embora pareça inofensivo, o uso irrestrito de fármacos pode trazer sérios riscos à saúde.

Ainda de acordo com o levantamento feito pela plataforma Consulta Remédios, os principais medicamentos usados são analgésicos, relaxantes musculares e anti-inflamatórios, todos esses vendidos sem receita. Porém, o que é visto muitas vezes como uma solução rápida para o alívio de algum sintoma, na verdade pode trazer graves problemas. Isso porque o uso de medicamentos de maneira incorreta é capaz levar ao agravamento de uma doença, já que o efeito faz com que determinados sinais sejam camuflados.

Se o remédio utilizado for um antibiótico, as consequências podem ser ainda mais graves, pois o uso indiscriminado desses produtos é capaz de facilitar o aumento da resistência de microorganismos e comprometer a eficácia de tratamentos. Outro fator que requer atenção quando se fala de automedicação, é a combinação inadequada com outras substâncias, que pode anular ou potencializar o efeito do outro medicamento.

A verdade é que todo medicamento possui riscos, os chamados “efeitos colaterais”, e o uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode trazer, ainda, consequências como reações alérgicas, intoxicação, dependência e até a morte. Por isso, antes de ingerir qualquer medicamento, busque um atendimento médico. Confira algumas das possíveis complicações da automedicação.

Reação alérgica: a utilização de medicamentos sem orientação médica pode causar reações não esperadas no organismo. A depender da gravidade, elas chegam a ser fatais.

 Intoxicação: o uso inadequado de remédios, sem a orientação e indicação sobre a posologia, pode causar uma overdose da substância no organismo, o que leva à intoxicação.

Alívio dos sintomas que mascara o diagnóstico correto: a utilização de remédios para alívio de dores e mal-estar pode esconder a real causa dos sintomas, fazendo com que a doença não seja tratada corretamente e possa se agravar.

Interação medicamentosa: o uso de dois ou mais medicamentos é capaz de anular ou potencializar os efeitos do outro. A situação pede ainda mais atenção quando o paciente utiliza medicação de uso contínuo, o que pode prejudicar o tratamento em curso.

Dependência: algumas substâncias presentes em remédios apresentam maiores chances de vício quando ingeridas em doses incorretas ou por um tempo acima do indicado por um profissional de saúde.

Resistência ao medicamento: a automedicação pode facilitar o aumento da resistência dos microrganismos àquela substância presente no remédio. No caso dos antibióticos, por exemplo, é capaz de prejudicar a eficácia de tratamentos em infecções futuras.

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Hanseníase: o que é, causas, sintomas e tratamentos

25 de janeiro de 2022

O mês de janeiro é dedicado à campanha nacional de conscientização sobre a hanseníase, uma doença ainda vista com muito preconceito e desinformação. Anteriormente conhecida como lepra ou mal de Lázaro, a hanseníase é uma enfermidade infecciosa, contagiosa, que causa lesões nos nervos periféricos e na pele, podendo provocar deformidades ou sérias incapacidades físicas. De […]

Hanseníase: o que é, causas, sintomas e tratamentos

O mês de janeiro é dedicado à campanha nacional de conscientização sobre a hanseníase, uma doença ainda vista com muito preconceito e desinformação. Anteriormente conhecida como lepra ou mal de Lázaro, a hanseníase é uma enfermidade infecciosa, contagiosa, que causa lesões nos nervos periféricos e na pele, podendo provocar deformidades ou sérias incapacidades físicas.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30 mil novos casos de hanseníase são registrados anualmente no Brasil, o que coloca o país na segunda posição no ranking mundial da doença, atrás apenas da Índia. E apesar de ter cura, ela ainda é estigmatizada e negligenciada. Conheça mais sobre as causas, os sintomas e tratamentos da hanseníase, patologia considerada uma das mais antigas da humanidade.

Entenda a doença

 A hanseníase é uma doença crônica, infecciosa, causada por uma actinobacteria chamada Mycobacterium leprae. Ela é capaz de afetar qualquer pessoa e se caracteriza pela alteração, diminuição ou perda de sensibilidade térmica, dolorosa, tátil ou força muscular, principalmente em mãos, braços, pernas e olhos, provocada por lesões nos nervos. O paciente com a doença pode apresentar manchas ou não na região do corpo diagnosticada com a falta de sensibilidade.

O período de incubação da hanseníase, que representa desde o momento em que o indivíduo entra em contato com a bactéria até o aparecimento dos sintomas da doença, pode durar, em média, dois a sete anos. Por isso, é considerada uma patologia crônica de evolução lenta. A sua transmissão ocorre por meio das vias aéreas superiores, através das secreções nasais, gotículas da fala, tosse e espirro. Quando em tratamento regular ou após alta, o paciente não é mais capaz de transmitir a doença.

Sintomas da hanseníase

  • Manchas claras, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, geralmente com diminuição ou perda da sensibilidade ao calor, frio, à dor e ao tato;
  • Caroços na pele;
  • Áreas com diminuição dos pelos;
  • Formigamento, sensação de choque, dores e fisgadas nas extremidades do corpo;
  • Entupimento, ressecamento e sangramento nasal;
  • Olhos secos;
  • Diminuição de força;
  • Inchaço nas mãos e nos pés.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da hanseníase é feito através de uma avaliação dermatológica e neurológica, com o auxílio de exames laboratoriais para a confirmação da doença. A OMS propôs a classificação da patologia em quatro tipos diferentes, de acordo com o grau e quantidade de lesões: indeterminada, borderline ou dimorfa, tuberculóide e virchowiana. Porém, em termos terapêuticos, somente dois tipos são considerados: paucibacilar e multibacilar. As manifestações clínicas da enfermidade estão diretamente relacionadas ao tipo de resposta imunológica do paciente à bactéria.

Ambos os tipos de hanseníase, paucibacilar e multibacilar, são tratados com o uso de antibiótico e outras medicações, variando de duração de acordo com cada caso. O kit de medicamentos para a doença é fornecido de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde. A hanseníase é uma doença curável, porém pode ser transmitida e deixar sequelas se o diagnóstico demorar muito para ser feito. Por isso, quanto mais cedo for identificada a enfermidade, menos transmissões, complicações e deficiências irão ocorrer.

Após o tratamento, é possível que o paciente, mesmo apresentando a forma mais leve da doença, não recupere totalmente a sensibilidade nos locais das lesões. Em casos mais graves, pode haver sequelas como a perda de força, que impõe limitações físicas. É importante lembrar que parentes e pessoas que fazem parte do convívio do indivíduo infectado devem procurar atendimento médico para serem examinados, já que a bactéria é capaz de permanecer incubada no organismo por anos sem apresentar sinais.

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5 aplicativos que ajudam a cuidar da saúde mental

21 de janeiro de 2022

Os problemas de saúde mental têm se tornado cada vez mais comuns. Esse cenário, que já era preocupante, ganhou um novo sinal de alerta com a pandemia do coronavírus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 300 milhões de pessoas no mundo todo sofrem de depressão. Dessas, 12 milhões são brasileiras. E […]

5 aplicativos que ajudam a cuidar da saúde mental

Os problemas de saúde mental têm se tornado cada vez mais comuns. Esse cenário, que já era preocupante, ganhou um novo sinal de alerta com a pandemia do coronavírus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 300 milhões de pessoas no mundo todo sofrem de depressão. Dessas, 12 milhões são brasileiras. E não para por aí. A ansiedade, por exemplo, atinge mais de 260 milhões de indivíduos, sendo o Brasil o país com o maior número de ansiosos: 9,3% da população, também segundo a OMS.

Felizmente, uma pesquisa realizada pelo Instituto IPSOS, em 30 países, mostrou que os brasileiros são os que mais se preocupam com a saúde mental. De acordo com o estudo, 75% da população afirma que pensa com frequência em seu próprio bem-estar mental e oito em cada dez entrevistados acreditam que a saúde mental é tão importante quanto a saúde física. E para 40% dos entrevistados no Brasil, a saúde mental é um dos maiores problemas sanitários que o país enfrenta na atualidade.

Com a tecnologia a serviço da saúde, as nossas emoções e sentimentos ganham um forte aliado para lidar contra a tristeza, ansiedade, estresse, falta de foco e energia. Assim é o caso dos aplicativos de saúde e bem-estar, tendência em todo o planeta, que proporcionam diversas possibilidades de desacelerar a mente, o corpo e praticar o autocuidado. Então, que tal conhecer cinco aplicativos que ajudam a manter a saúde mental em dia? Acompanhe!

1 – Calm

O Calm oferece exercícios de respiração, músicas tranquilizantes e programas de meditação guiada que ajudam a combater a ansiedade, melhorar a qualidade do sono e auxiliar na concentração. O aplicativo conta ainda com sons de ondas do mar, chuva e fogueira, conteúdos de atenção plena, treinos de alongamento do corpo e uma biblioteca de histórias para dormir. A plataforma é gratuita, mas possui recursos exclusivos na versão paga, e está disponível para iOS e Android.

2 – Cíngulo

Através de sessões de terapia guiada, o Cíngulo busca aliviar crises de ansiedade, diminuir o estresse, melhorar a autoestima, trabalhar o medo e a falta de ânimo. O aplicativo oferece testes de personalidade e monta programas específicos para o usuário, com o objetivo de tratar as questões identificadas. A plataforma está disponível para iOS e Android, nas versões gratuita e paga.

3 – Happify

Projetado com o apoio de cientistas e especialistas em psicologia cognitivo-comportamental, psicologia positiva e mindfulness, o Happify tem como promessa ajudar usuários a viver mais felizes, através de programas simples e interativos, com exercícios práticos, jogos e atividades divertidas que contribuem para liberar o estresse e aumentar o bem-estar emocional. O app oferece uma série personalizada de ferramentas e artigos científicos para atingir as trilhas de crescimento pessoal, atenção plena e meditação, trabalho e dinheiro, relacionamento, saúde, dentre outras. Disponível para iOS e Android, a plataforma é gratuita, mas possui recursos exclusivos na versão paga.

4 – Daylio

O Daylio é um aplicativo que funciona como um diário de emoções, onde o usuário registra seu estado emocional diariamente e o justifica através da escolha de emojis, sem precisar escrever nada. Com isso, a plataforma é capaz de monitorar o humor e fornecer relatórios mensais sobre as variações, ajudando a entender hábitos e ter maior controle sobre atividades sociais, tarefas diárias, saúde, qualidade de sono e alimentação. O aplicativo está disponível para iOS e Android, nas versões gratuita e paga.

5 – Brain.fm

 Música para melhorar o foco, ajudar na concentração, relaxamento e até o sono. Esse é o objetivo do Brain.fm, um app que une a neurociência à inteligência artificial e personaliza uma lista de reprodução de músicas, com modulação rítmica específica, que interagem diretamente com o cérebro, impedindo que o usuário se distraia. A plataforma é paga e está disponível em browser e para iOS e Android.

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Cólicas em recém-nascidos: como identificar e aliviar dores

19 de janeiro de 2022

Choro alto e agudo, extensão e flexão das perninhas, punhos cerrados, face avermelhada. Essa é uma situação que pode deixar muitos pais de recém-nascidos aflitos e assustados, mas não é preciso desespero. As cólicas, que são contrações da musculatura abdominal, são naturais, esperadas nos primeiros meses de vida do bebê e fazem parte do desenvolvimento […]

Cólicas em recém-nascidos: como identificar e aliviar dores

Choro alto e agudo, extensão e flexão das perninhas, punhos cerrados, face avermelhada. Essa é uma situação que pode deixar muitos pais de recém-nascidos aflitos e assustados, mas não é preciso desespero. As cólicas, que são contrações da musculatura abdominal, são naturais, esperadas nos primeiros meses de vida do bebê e fazem parte do desenvolvimento da criança.

O início dos episódios de cólica normalmente acontece entre a sexta e a oitava semana após o nascimento. Não existe uma causa bem estabelecida para o surgimento das dores, mas até onde se sabe está associada a fatores gastrointestinais – o bebê ainda está se acostumando a digerir o leite e a flora intestinal ainda não está formada, por isso é necessária uma adaptação para que o corpo da criança aprenda a lidar com o volume do alimento e com os gases -, biológicos e psicossociais.

As cólicas normalmente permanecem durante os primeiros meses do bebê, podendo uma crise durar minutos ou até mesmo horas. Caso elas persistam por muito mais tempo, a recomendação é que a criança passe por uma avaliação pediátrica, já que muitas crianças podem apresentar refluxo, doenças inflamatórias intestinais ou sensibilidade a algum alimento da dieta da mãe, por exemplo.

Conheça oito sinais básicos de que o bebê está com cólica

  1. Chora sem parar;
  2. Foi alimentado, feita a troca de fralda, não está com frio ou calor e mesmo assim segue chorando;
  3. Se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdômen;
  4. Barriga endurecida;
  5. Solta gases;
  6. Rosto avermelhado;
  7. Mãos com os punhos fechados;
  8. Expressão de dor e sofrimento.

Apesar de não ter como preveni-las, existem diversas formas de aliviar as dores da cólica e trazer mais conforto ao bebê durante esse período. Desde que prescrito pelo pediatra, é possível utilizar medicamentos específicos, como os antiespasmódicos, ou probióticos, que contribuem para a formação da flora intestinal do bebê e costumam diminuir a dor.

É importante que os pais estejam em alerta a alguns sinais associados às crises de cólicas, tais como: febre, sonolência excessiva, vômitos, abdômen distendido, perda de peso, recusa às mamadas. Caso notem algum desses sintomas, procure uma avaliação médica.

Dicas práticas de como aliviar as cólicas do bebê

 Mantenha-se tranquilo para poder acalmar a criança;

  • Dê colo e carinho para o bebê na hora do choro;
  • Deite o bebê de bruços e embale-o nos braços;
  • Coloque a barriguinha do bebê em contato com o seu abdômen;
  • Deixe o ambiente aconchegante e relaxante, à meia luz, sem barulhos ou estímulos ambientais;
  • Dê banho morno no bebê;
  • Esquente um pano ou use uma bolsa térmica quente (tome cuidado para não esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança);
  • Evite amamentar o bebê, pois a sucção estimula as contrações intestinais e pode agravar as dores;
  • Faça massagens circulares em sentido horário no abdômen e ao redor do umbigo;
  • Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o abdômen.
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10 sinais de que você pode ter uma disfunção na tireoide

13 de janeiro de 2022

O corpo humano funciona como uma máquina, trabalhando com todas as suas peças em perfeita harmonia para que todo o organismo esteja em plena atividade. Sendo assim, quando algo está errado, ele emite alertas. O problema é que muitas vezes esses sinais podem passar despercebidos por muita gente. Um exemplo disso são as disfunções na […]

10 sinais de que você pode ter uma disfunção na tireoide

O corpo humano funciona como uma máquina, trabalhando com todas as suas peças em perfeita harmonia para que todo o organismo esteja em plena atividade. Sendo assim, quando algo está errado, ele emite alertas. O problema é que muitas vezes esses sinais podem passar despercebidos por muita gente. Um exemplo disso são as disfunções na tireoide, que causam sintomas que variam de pessoa para pessoa.

A tireoide é uma pequena glândula localizada na região frontal do pescoço, tem formato parecido com uma borboleta e é responsável por controlar o metabolismo e as funções corporais, como a respiração, temperatura, ciclo menstrual, dentre outras. Ela produz os hormônios T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina). As disfunções na tireoide são caracterizadas pela liberação insuficiente do hormônio, no que é chamado de hipotireoidismo, ou a liberação em excesso, classificado como hipertireoidismo.

As disfunções na tireoide são mais comuns em mulheres, podem ser detectadas através de exames laboratoriais de sangue e o tratamento geralmente envolve a reposição hormonal, o que reverte, na maioria dos casos, os sintomas dos distúrbios. Conheça 10 sinais que podem indicar uma disfunção na tireoide.

  1. Cansaço extremo

A fadiga, cansaço extremo e sonolência são sintomas bastante comuns em pacientes com hipotireoidismo, já que a falta de produção dos hormônios da tireoide causa uma queda no metabolismo e nas funções do organismo. Essa falta de energia para atividades diárias também acaba por contribuir para o ganho de peso.

  1. Mudanças de humor

Os hormônios da tireoide regulam o desenvolvimento dos neurônios, por isso as disfunções podem provocar mudanças de humor e sensação de falta de controle mental e emocional. Pacientes com hipertireoidismo costumam apresentar agitação, pensamento acelerado, ansiedade e irritação, enquanto os com hipotireoidismo podem ter depressão, falta de energia e desânimo.

  1. Falta de concentração e memória

O hipotireoidismo pode retardar as sinapses do cérebro e reduzir a velocidade da função cerebral, por essa razão são frequentes os casos de alteração no raciocínio e memória. Alguns pacientes também apresentam hiperatividade, o que dificulta a concentração.

  1. Diminuição da libido

As alterações na tireoide interferem nos hormônios sexuais e provocam a diminuição da libido. Em homens podem causar disfunção erétil, enquanto nas mulheres ocasionar ressecamento vaginal.

  1. Alteração no funcionamento do intestino

Com os hormônios desregulados, os movimentos peristálticos do intestino são afetados. O paciente pode apresentar tanto uma diminuição da frequência das evacuações, causando prisão de ventre, quanto um excesso, acarretando episódios de diarreia.

  1. Mudanças no peso

O hipotireoidismo retarda todas as suas funções corporais, o que inclui o metabolismo. Com o corpo mais lento, o paciente pode ganhar peso facilmente. No hipertireoidismo acontece o oposto, resultando na perda de peso inexplicável.

  1. Dores musculares

Os hormônios da tireoide são determinantes para a contração e o relaxamento muscular. Por isso, o hipotireoidismo e o hipertireoidismo afetam diretamente os músculos, causando frequentes dores musculares, rigidez e cãibras.

  1. Alterações no cabelo, pele e unhas

A perda de cabelo e unhas quebradiças são sintomas comuns para o hipotireoidismo e hipertireoidismo. No caso do hipotireoidismo, cabelo e pele também podem apresentar ressecamento.

  1. Mudanças no ciclo menstrual

A falta ou excesso dos hormônios T3 e T4 pode influenciar nos hormônios femininos estrogênio e progesterona, tornando os ciclos irregulares, alterando o fluxo menstrual e aumentando a dificuldade de engravidar. Em algumas pacientes pode ocorrer uma condição chamada de amenorreia, que é caracterizada pela ausência de ciclos menstruais mensais.

  1. Sensação térmica

A tireoide é responsável pelo controle da taxa metabólica do corpo e regula a produção de calor. Quando os hormônios estão em excesso, há aumento da temperatura corporal, o que leva a maior transpiração e sensibilidade a altas temperaturas. Já em baixas quantidades, ocorre a redução da temperatura corporal e intolerância ao frio.

Busque ajuda médica

Caso apresente sintomas compatíveis com as disfunções na tireoide, hipotireoidismo ou hipertireoidismo, busque o atendimento médico especializado com um endocrinologista. Vale ressaltar que a sintomatologia dos distúrbios na tireoide é vasta e muitas vezes comum a outras doenças. Por isso, apenas uma avaliação clínica e, eventualmente, exames adicionais podem chegar a um diagnóstico preciso.

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Cuidados para se exercitar no verão de forma saudável

11 de janeiro de 2022

O verão é considerado para muitos a melhor época para a prática de atividades físicas. Como o clima mais quente garante um ânimo extra, muitas pessoas optam pelo prazer dos exercícios ao ar livre. Porém, as temperaturas elevadas e o sol intenso pedem cuidados redobrados para que a saúde não seja afetada. Confira algumas dicas […]

Cuidados para se exercitar no verão de forma saudável

O verão é considerado para muitos a melhor época para a prática de atividades físicas. Como o clima mais quente garante um ânimo extra, muitas pessoas optam pelo prazer dos exercícios ao ar livre. Porém, as temperaturas elevadas e o sol intenso pedem cuidados redobrados para que a saúde não seja afetada. Confira algumas dicas de como se exercitar na estação mais quente do ano de forma saudável.

 Proteja-se do sol

Vai treinar ao ar livre? Então não esqueça do protetor solar! Sem a proteção, a pele fica exposta à ação dos raios solares e está vulnerável a queimaduras, manchas e doenças como o câncer. Aplique o protetor em todo o corpo e rosto 30 minutos antes de sair de casa. Opte por produtos com FPS sempre acima de 30, à prova d’água ou específicos para a prática de atividades físicas.

Para ficar ainda mais protegido, invista em acessórios como viseiras, bonés e até mesmo roupas com tecnologia de proteção contra raios solares.

Alimente-se bem antes do exercício

As temperaturas mais quentes e a má alimentação podem levar à mal-estar, tonturas, queda de pressão e falta de disposição durante a atividade física. Opte por alimentos integrais, frutas e legumes nas refeições pré-treino e tente manter uma rotina alimentar saudável.

Fique atento aos horários

Escolha um horário para treino em que o sol não esteja tão intenso, como pela manhã ou à noite. Evite o período entre 10h e 16h, horários mais quentes do dia e quando há uma maior incidência de raios UVB, responsáveis pelas queimaduras e vermelhidão no corpo após a exposição solar.

Mantenha seu corpo hidratado

Com o aumento do calor, o risco de desidratação aumenta consideravelmente. Isso porque, durante a prática de exercícios, a temperatura do corpo sobe e ele passa a utilizar mais líquido com o objetivo de se resfriar e ficar em equilíbrio. Além disso, com o suor perdemos água, sais minerais e eletrólitos.

Ao longo do treino, tenha sempre à mão uma garrafa de água ou de isotônico para repor o líquido gasto. A ingestão deve ser feita aos poucos, para evitar desconfortos no estômago.

Use roupas leves

 Além do conforto ser essencial durante o treino, as roupas pesadas não ajudam a dissipar o suor, deixando a temperatura corporal ainda mais elevada, causando maior perda de água e mal-estar. Escolha tecidos específicos para atividades físicas, que facilitem a ventilação e ajudem na passagem do suor.

Leia também: Metas para melhorar a saúde em 2022

Dar 7 mil passos por dia reduz em até 70% o risco de morte

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Dar 7 mil passos por dia reduz em até 70% o risco de morte

6 de janeiro de 2022

Não é segredo que a prática regular de atividades físicas tem diversos benefícios quando o assunto é saúde. Além de contribuir para a prevenção de doenças, os exercícios também são importantes aliados da saúde mental. Se por um lado a ciência mostra que manter o corpo em movimento ajuda a viver melhor, por outro ela […]

Dar 7 mil passos por dia reduz em até 70% o risco de morte

Não é segredo que a prática regular de atividades físicas tem diversos benefícios quando o assunto é saúde. Além de contribuir para a prevenção de doenças, os exercícios também são importantes aliados da saúde mental. Se por um lado a ciência mostra que manter o corpo em movimento ajuda a viver melhor, por outro ela garante maior longevidade.

Um estudo realizado pela Universidade de Massachusetts, nos EUA, revelou que dar no mínimo 7.000 passos por dia diminui em até 70% o risco de morte de adultos de meia idade. Essa pesquisa, que acompanhou um grupo de 2.110 pessoas durante 11 anos, atualiza a antiga estatística de que era necessário andar no mínimo 10.000 passos diários para ter efeitos positivos na saúde.

A pesquisa dividiu os participantes em três grupos: pessoas que andavam mais de 10.000 passos diários, os que andavam aproximadamente 7.000 e os que andavam menos de 7.000. Ao fim do estudo, ficou comprovado que os dois primeiros grupos apresentaram taxas semelhantes de mortalidade. Já o grupo que andava menos de 7.000 passos por dia apresentou uma maior taxa em comparação com os outros dois.

Os pesquisadores envolvidos no estudo apontaram que quem caminha pouco tem maior probabilidade de apresentar um IMC (Índice de Massa Corporal) mais alto, menor acompanhamento médico e maior chance de desenvolver hipertensão e diabetes. A pesquisa também demonstrou que não existe uma ligação entre o aumento da mortalidade e uma maior quantidade de passos por minuto, contrariando uma hipótese apresentada anteriormente por especialistas.

O grupo alvo do estudo era formado por homens e mulheres, com média de idade de 45 anos. Além de pessoas com diferentes tipos de alimentação e doenças pré-existentes, a amostra incluiu indivíduos de variados IMC, fumantes e consumidores de bebidas alcoólicas. Conheça mais benefícios da caminhada.

É seguro e fácil para iniciantes

A caminhada é um exercício cardiorrespiratório de baixo impacto, que pode ser realizado por todas as idades e nos mais diversos lugares: praças, praias, campos ou até mesmo do trabalho para casa.

Melhora sua saúde

A prática diária de caminhada pode ajudar na perda peso, no controle da pressão arterial e colesterol, além de reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes e câncer.

Fortalece os músculos

A caminhada é um exercício aeróbico que envolve um grupo de músculos que precisam atuar em conjunto, proporcionando o fortalecimento muscular.

Auxilia na memória e na capacidade cognitiva

Diversos estudos comprovam que caminhar é um impulsionador do cérebro e diminui o risco de demência e doença de Alzheimer em homens idosos.

Melhora a qualidade do sono, humor e diminui o estresse

Caminhar alguns minutos por dia auxilia a diminuir a ansiedade, melhora o humor através do aumento do nível de energia e ajuda a dormir melhor.