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Menopausa: saiba quais são os principais sintomas

8 de agosto de 2023

A menopausa é o período que marca o fim da vida reprodutiva da mulher, ocorrendo geralmente entre os 45 e os 55 anos. A partir desse momento há uma interrupção da menstruação, pois o corpo não possui mais óvulos para serem utilizados. Muitas mulheres possuem dúvidas sobre como reconhecer os primeiros sinais da menopausa. Além […]

Menopausa: saiba quais são os principais sintomas

A menopausa é o período que marca o fim da vida reprodutiva da mulher, ocorrendo geralmente entre os 45 e os 55 anos. A partir desse momento há uma interrupção da menstruação, pois o corpo não possui mais óvulos para serem utilizados.

Muitas mulheres possuem dúvidas sobre como reconhecer os primeiros sinais da menopausa. Além da idade, alguns sintomas físicos são indicativos de que o corpo feminino está entrando nesse período.

O principal deles é, naturalmente, a ausência de menstruação. Na fase chamada de climatério, que marca a transição entre a vida reprodutiva e a não-reprodutiva, pode haver uma irregularidade ou interrupção temporária das menstruações.

Quando a mulher permanece por 12 meses consecutivos sem menstruar, pode-se dizer que ela entrou na menopausa.

Outros sintomas incluem:

● Ondas de calor, que são provocadas pelo desequilíbrio hormonal;

● Fadiga;

● Alterações vaginais, como sensibilidade e falta de lubrificação;

● Dores durante as relações sexuais;

● Incontinência urinária;

● Suores noturnos;

● Mudança de peso;

● Queda de cabelo;

● Ansiedade;

● Depressão;

● Insônia.

É importante ressaltar que nem todas as mulheres vão apresentar os mesmos sintomas, pois a menopausa varia de acordo com cada organismo.

Por isso, o indicado é procurar um ginecologista ao primeiro sinal de que a menopausa está chegando. Alguns exames de check-up podem ser realizados para verificar se está tudo bem com o seu corpo, e o médico poderá ajudar no tratamento dos sintomas para que o período transcorra de maneira mais tranquila possível.

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Atividade física com pets: conheça os benefícios e os cuidados

7 de agosto de 2023

Já é de conhecimento geral a importância que a atividade física tem no nosso bem-estar físico e mental. Praticar exercícios auxilia na saúde do corpo, fortalecendo os músculos, ossos e o coração, e é benéfico também para a saúde psicológica. O que muitas pessoas ainda não sabem é que praticar atividade física com os pets […]

Atividade física com pets: conheça os benefícios e os cuidados

Já é de conhecimento geral a importância que a atividade física tem no nosso bem-estar físico e mental. Praticar exercícios auxilia na saúde do corpo, fortalecendo os músculos, ossos e o coração, e é benéfico também para a saúde psicológica.

O que muitas pessoas ainda não sabem é que praticar atividade física com os pets é um hábito ainda mais positivo: além de ajudar os animais e os tutores a terem uma vida saudável, o tempo de qualidade passado juntos fortalece o relacionamento e o vínculo entre ambos.

Transformar a atividade física em rotina para o pet é, antes de tudo, uma questão de saúde: de acordo com uma pesquisa realizada pela Banfield Pet Hospital, entre 25% e 40% dos gatos e cachorros domésticos no Brasil estão obesos ou com sobrepeso.

Ao estimular o animal a se exercitar com frequência, o tutor fortalece os músculos e a estrutura óssea do pet, diminuindo o tempo ocioso, o sedentarismo e o acúmulo de gordura – fatores que podem provocar doenças físicas e psicológicas no animal.

Por isso, atividades como caminhadas, natação, trilhas e brincadeiras do tipo “caçada” podem ser realizadas em conjunto ao ar livre e trazem benefícios para ambos o tutor e o bichinho.

Cuidados ao praticar exercícios físicos com seu pet

Antes de transformar a atividade física em rotina para você e seu pet, é importante que ambos passem por uma bateria de exames com um médico e um veterinário para verificar seu estado de saúde.

Além disso, cuidados adicionais devem ser tomados com o pet: algumas raças de cães, por exemplo, possuem limitações em relação ao tipo e quantidade de exercícios que podem ser realizados.

Converse bem com o veterinário para descobrir qual atividade é mais indicada para o seu companheiro. Bom treino e boa diversão!

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Hipertensão na idade adulta aumenta risco de demência na velhice; saiba como controlar a pressão alta

3 de agosto de 2023

A hipertensão arterial é um dos problemas de saúde mais comuns entre os brasileiros. De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 35 milhões de pessoas sofrem com a condição no país – mas apenas metade delas realizam o tratamento adequado. Se esses números já são suficientes para acender um sinal de alerta, […]

Hipertensão na idade adulta aumenta risco de demência na velhice; saiba como controlar a pressão alta

A hipertensão arterial é um dos problemas de saúde mais comuns entre os brasileiros. De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 35 milhões de pessoas sofrem com a condição no país – mas apenas metade delas realizam o tratamento adequado.

Se esses números já são suficientes para acender um sinal de alerta, uma pesquisa recente demonstrou como a hipertensão pode ser um problema de saúde pública ainda mais sério e subestimado.

De acordo com um estudo realizado pela University College London (UCL), pessoas acima de 50 anos com quadro de hipertensão leve têm 45% mais chances de desenvolver demência até os 75 anos, em comparação com quem não é hipertenso. Para chegar a essa conclusão, o estudo analisou dados de mais de 8,6 mil pessoas.

Conforme os pesquisadores, o risco aumentado de demência pode ocorrer porque a pressão arterial elevada provocaria uma série de “micro-derrames” cerebrais ao longo

dos anos, a maioria deles imperceptível. Essas lesões são fatores de risco para demência, especialmente em pessoas idosas.

É, portanto, importante que a população adote cada vez mais medidas de combate e controle efetivo da hipertensão.

Prevenindo e tratando a hipertensão

Para evitar esse e outros riscos relacionados à hipertensão – a doença está diretamente ligada a um aumento de casos de infarto e derrame, por exemplo – é essencial a adoção de medidas que ajudem a manter a pressão arterial controlada. Elas incluem:

● Consuma uma dieta rica em frutas, verduras, grãos integrais, proteínas magras e laticínios com baixo teor de gordura. Reduza a ingestão de sal na alimentação, pois o excesso pode levar ao aumento da pressão arterial. Evite alimentos processados e ricos em gorduras saturadas e trans;

● A atividade física ajuda a fortalecer o coração e os vasos sanguíneos, auxiliando na redução da pressão arterial. Antes de iniciar a prática de qualquer atividade, é importante se consultar com um cardiologista;

● O consumo excessivo de álcool pode aumentar a pressão arterial, e o tabagismo prejudica os vasos sanguíneos e pode levar ao estreitamento das artérias, aumentando o risco de hipertensão;

● O estresse crônico pode afetar negativamente a pressão arterial. Encontre maneiras de lidar com o estresse, como meditação, ioga, atividades relaxantes ou hobbies que lhe proporcionem prazer.

Além disso, como muitas vezes a hipertensão é assintomática, é essencial fazer o rastreio da pressão arterial ao menos uma vez por ano. Quando o uso de medicamentos para controle da pressão for necessário, siga à risca a orientação do cardiologista.

Dessa maneira, você mantém a saúde do seu corpo e da sua mente protegida.

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Câncer de cabeça e pescoço: tudo o que você precisa saber

1 de agosto de 2023

O câncer de cabeça e pescoço é o quinto mais frequente no Brasil, provocando a morte de 10 mil pessoas no país todos os anos, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Entre os homens, ele é ainda mais comum, ocupando a segunda posição entre os mais frequentes. Embora seja de alta […]

Câncer de cabeça e pescoço: tudo o que você precisa saber

O câncer de cabeça e pescoço é o quinto mais frequente no Brasil, provocando a morte de 10 mil pessoas no país todos os anos, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Entre os homens, ele é ainda mais comum, ocupando a segunda posição entre os mais frequentes.

Embora seja de alta prevalência, esse tipo de câncer ainda não é muito conhecido da população. Por isso, é importante saber quais os fatores de risco, os sintomas e o tratamento da doença.

Veja tudo o que você precisa saber sobre o câncer de cabeça e pescoço.

Fatores de risco

A maior parte dos pacientes acometidos com o câncer de cabeça e pescoço tem mais de 60 anos e é do sexo masculino. Além da idade e do sexo, os principais fatores de risco para esse tipo de câncer incluem:

● Tabagismo;

● Consumo de bebidas alcoólicas;

● Infecção pelo papilomavírus humano (HPV).

● Exposição desprotegida à luz solar, pois muitas vezes o câncer de cabeça e pescoço tem origem com o câncer de pele.

Sintomas e diagnóstico

Inicialmente silencioso, o câncer de cabeça e pescoço pode apresentar alguns sintomas em estágios mais avançados:

● Feridas na boca que não saram em um período de 15 dias;

● Dificuldade para engolir ou falar;

● Rouquidão persistente;

● Nódulos no pescoço;

● Perda de peso.

Caso verifique a presença desses sintomas de forma persistente, procure um médico.

O diagnóstico é realizado por uma avaliação clínica da cavidade oral, além de biópsia e exames de imagem como radiografia, tomografia e ressonância magnética.

Tratamento

O tratamento do câncer de cabeça e pescoço é individualizado, podendo ser inicialmente cirúrgico para remoção das áreas afetadas. A realização da cirurgia vai depender da localização da lesão e da presença ou não de metástase.

Além da cirurgia, também podem ser realizados tratamentos de quimioterapia e/ou radioterapia, que também devem ser avaliados de acordo com cada caso.

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Quais são as diferenças entre a psiquiatria e a psicologia?

1 de julho de 2023

Cuidar da saúde mental sempre foi imprescindível para manter uma vida saudável, mas torna-se ainda mais importante considerando o contexto atual de pressões e exigências em que vivemos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 86% dos brasileiros sofrem com algum transtorno mental, como a ansiedade e a depressão. É por isso que […]

Quais são as diferenças entre a psiquiatria e a psicologia?

Cuidar da saúde mental sempre foi imprescindível para manter uma vida saudável, mas torna-se ainda mais importante considerando o contexto atual de pressões e exigências em que vivemos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 86% dos brasileiros sofrem com algum transtorno mental, como a ansiedade e a depressão.

É por isso que é preciso saber reconhecer quando nossa saúde mental não está bem e quando procurar ajuda especializada. Após esse primeiro passo, muitas pessoas ficam em dúvida sobre a quem recorrer – se um psicólogo ou um psiquiatra.

Descubra quais são as diferenças entre a psiquiatria e a psicologia.

As diferenças entre psiquiatria e psicologia

A psiquiatria e a psicologia são duas áreas da saúde mental que abordam o estudo e o tratamento de transtornos psicológicos e emocionais. Apesar desse interesse em

comum, elas possuem diferenças significativas em termos de abordagem e formação profissional.

A psicologia baseia-se principalmente em princípios científicos do comportamento humano, enquanto a psiquiatria é uma especialidade médica que utiliza conhecimentos da medicina e biologia para entender as condições mentais.

Dessa maneira, os psicólogos têm como principais ferramentas de atuação terapias como a terapia cognitivo-comportamental, terapia familiar e terapia de grupo, de modo a auxiliar os pacientes a entender e lidar com seus problemas emocionais.

Os psiquiatras, além da terapia, podem prescrever medicamentos para tratar transtornos mentais.

Isso ocorre porque a psiquiatria tem uma ênfase maior na compreensão das bases biológicas dos transtornos mentais, incluindo o estudo de desequilíbrios químicos no cérebro. A psicologia, embora também considere fatores biológicos, concentra-se mais nos aspectos psicológicos e sociais que influenciam o comportamento e as emoções.

Além disso, como profissionais de medicina, os psiquiatras têm a capacidade de solicitar exames médicos e laboratoriais, além de prescrever medicações para o tratamento de condições mentais.

Portanto, enquanto a psicologia é uma disciplina mais voltada para a compreensão do comportamento humano e a aplicação de terapias, a psiquiatria é uma especialidade médica que se concentra na avaliação, diagnóstico e tratamento de transtornos mentais, utilizando tanto abordagens psicoterapêuticas quanto farmacológicas.

Caso esteja em dúvida sobre quem procurar inicialmente, a indicação de especialistas é visitar primeiramente um psicólogo. Se o profissional de psicologia avaliar necessário, poderá realizar a indicação de um psiquiatra, de modo que ambos os tratamentos funcionem em conjunto para o bem-estar do paciente.

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Adoçantes artificiais não são mais recomendados para controle do peso

29 de junho de 2023

Todo mundo sabe que o açúcar é um dos grandes vilões para quem luta contra a balança. Por isso, uma das primeiras medidas tomadas por quem quer perder peso é diminuir ou eliminar o consumo de doces, guloseimas e outras receitas ricas em açúcar. Como consequência, os adoçantes artificiais são quase sempre utilizados como substituto […]

Adoçantes artificiais não são mais recomendados para controle do peso

Todo mundo sabe que o açúcar é um dos grandes vilões para quem luta contra a balança. Por isso, uma das primeiras medidas tomadas por quem quer perder peso é diminuir ou eliminar o consumo de doces, guloseimas e outras receitas ricas em açúcar.

Como consequência, os adoçantes artificiais são quase sempre utilizados como substituto para adoçar os alimentos. Embora muitas pessoas ainda os considerem uma opção ideal, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma recomendação de que os adoçantes artificiais não devem mais ser utilizados para controle do peso na população em geral.

Conforme a OMS, substâncias como sacarina, aspartame, ciclamato e outras, embora ofereçam baixo risco de toxicidade imediata, podem estar associadas ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2 a longo prazo, além do aumento da mortalidade em adultos.

A organização informou ainda que o uso de adoçantes não oferece nenhum benefício para a redução de gordura corporal em adultos ou crianças, de acordo com uma revisão sistemática das evidências científicas.

Além disso, os adoçantes não possuem valor nutricional algum – ou seja, não agregam nutrientes ao nosso organismo quando consumidos.

Por isso, o consumo de adoçantes artificiais deve ser restrito apenas no controle glicêmico em pessoas com diabetes, especialmente do tipo 1.

Para quem deseja apenas emagrecer, o mais indicado é buscar um nutricionista, que será capaz de indicar uma dieta balanceada e adequada a cada caso.

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Conheça alguns cuidados com a saúde no inverno

22 de junho de 2023

Começou oficialmente o inverno no hemisfério sul, período em que as temperaturas costumam baixar consideravelmente. Embora seja a estação do ano preferida de muitas pessoas, é importante estar atento aos cuidados com a saúde no inverno. De acordo com o Ministério da Saúde, esse período do ano é o mais favorável para o surgimento de […]

Conheça alguns cuidados com a saúde no inverno

Começou oficialmente o inverno no hemisfério sul, período em que as temperaturas costumam baixar consideravelmente. Embora seja a estação do ano preferida de muitas pessoas, é importante estar atento aos cuidados com a saúde no inverno.

De acordo com o Ministério da Saúde, esse período do ano é o mais favorável para o surgimento de infecções respiratórias – como a gripe e a covid -, já que os ambientes costumam ficar mais fechados devido às chuvas e baixas temperaturas. Com isso, os vírus que provocam essas doenças se disseminam com mais facilidade.

Além disso, é comum também o surgimento de doenças como bronquite, rinite, sinusite e alergias respiratórias.

Conheça alguns cuidados com a saúde no inverno.

Mantenha-se aquecido

É importante proteger o corpo do frio, principalmente durante o período noturno. Use roupas adequadas, como casacos, luvas, cachecóis e gorros, e redobre os cuidados quando estiver ao ar livre.

Tenha uma alimentação saudável

Essa dica é válida ao longo de todo o ano, mas é ainda mais valiosa durante o inverno, já que precisamos manter nosso sistema imunológico fortalecido contra agentes infecciosos. Procure consumir frutas, legumes, verduras e outros alimentos ricos em substâncias que fortalecem o sistema imunológico, como a vitamina C.

Pratique exercícios físicos

É fácil negligenciar a atividade física durante o inverno devido ao clima frio. No entanto, exercitar-se regularmente é fundamental para manter a saúde em dia. Se não for possível praticar exercícios ao ar livre, procure alternativas em ambientes fechados, como academias, aulas de dança, ioga ou até mesmo exercícios em casa.

Vacine-se

A vacinação é fundamental para evitar infecções como a gripe ou a covid, que se tornam mais comuns no inverno. Se a sua carteira de vacinação estiver desatualizada, procure o posto de saúde mais próximo para saber sobre as doses disponíveis.

Se necessário, use máscara

Se por acaso desenvolver sintomas gripais durante o inverno, o recomendado é avisar no ambiente de estudos ou no trabalho e permanecer em casa até que os sinais desapareçam. Caso seja imprescindível sair, vale a pena utilizar a máscara. Dessa maneira, você contribui para a interrupção do ciclo de propagação do vírus.

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Atividade física pode neutralizar efeitos de noites mal dormidas

16 de junho de 2023

Todo mundo conhece os efeitos negativos que as noites mal dormidas têm para a saúde. Mas o que poucas pessoas sabem é que a atividade física pode ajudar a neutralizar os impactos de uma má noite de sono. De acordo com uma pesquisa publicada no European Journal of Preventive Cardiology, pessoas que dormem mal e […]

Atividade física pode neutralizar efeitos de noites mal dormidas

Todo mundo conhece os efeitos negativos que as noites mal dormidas têm para a saúde. Mas o que poucas pessoas sabem é que a atividade física pode ajudar a neutralizar os impactos de uma má noite de sono.

De acordo com uma pesquisa publicada no European Journal of Preventive Cardiology, pessoas que dormem mal e não praticam nenhum exercício físico possuem um risco até 52% maior de desenvolver doenças cardiovasculares.

O estudo também revelou que as pessoas que dormiam a quantidade de horas indicadas (entre 6h e 8h por dia) e praticavam exercícios físicos regularmente (cerca de 150 min de atividades semanais moderadas) tiveram os melhores resultados em relação ao risco de morte.

Mas a grande surpresa veio na análise do grupo de pessoas que dormiam mal, mas praticavam exercícios: o risco de morte estava no mesmo patamar das pessoas que dormiam bem.

O estudo foi realizado com mais de 90 mil pessoas entre 40 e 73 anos, que foram separadas de acordo com seus hábitos de sono e de atividade física.

De acordo com os cientistas, a pesquisa indica que a atividade física pode minimizar – ou até mesmo evitar – as consequências negativas da restrição de sono.

Esses efeitos benéficos são verificados porque o exercício físico ajuda a regular o metabolismo e a atividade do sistema nervoso simpático, além de controlar a pressão sanguínea e aumentar a sensibilidade do corpo à insulina.

Apesar das descobertas da pesquisa, os especialistas indicam que a melhor escolha é sempre praticar exercícios e procurar ter uma rotina de sono regular. Dessa maneira, você garante um estilo de vida saudável e diminui os riscos de doenças cardiovasculares.

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Veja cinco motivos para você doar sangue regularmente

14 de junho de 2023

O dia 14 de junho marca o Dia Mundial do Doador de Sangue, data criada em 2005 como forma de agradecimento aos doadores e para incentivar mais pessoas a se tornarem doadoras. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas cerca de 3,2 milhões de brasileiros – o que equivale a 1,6% […]

Veja cinco motivos para você doar sangue regularmente

O dia 14 de junho marca o Dia Mundial do Doador de Sangue, data criada em 2005 como forma de agradecimento aos doadores e para incentivar mais pessoas a se tornarem doadoras.

No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, apenas cerca de 3,2 milhões de brasileiros – o que equivale a 1,6% da população – são doadores de sangue.

Para doar sangue, é preciso estar em bom estado geral de saúde, pesar acima de 50 quilos, não ter tido hepatite após os 11 anos de idade, ter entre 16 e 69 anos, não ter feito tatuagem nos últimos 12 meses e não ter sido exposto a uma situação sexual de risco. A doação pode ser feita nos hemocentros de todo o país.

É para ajudar a aumentar esse número que separamos cinco motivos para você doar sangue regularmente.

Uma única doação pode salvar até quatro vidas

A principal razão para doar sangue sempre deve ser esta: ajudar a salvar vidas. Uma única doação pode ajudar até quatro pessoas que precisem de uma transfusão de sangue.

A doação de sangue não transmite doenças

Todo o material utilizado durante a coleta de sangue é esterilizado e descartável. Além disso, todos os candidatos à doação são submetidos a uma entrevista clínica, de acordo com critérios estabelecidos pelo Ministério de Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Dessa maneira, tanto o doador quanto o receptor estão completamente seguros ao longo do processo de doação.

O organismo repõe o sangue doado rapidamente

Em uma doação, são coletados cerca de 450 ml de sangue. Essa quantidade não traz prejuízo algum ao organismo e é reposta pelo corpo em cerca de 24h.

Doar sangue te garante uma folga no trabalho

Poucas pessoas sabem disso, mas as pessoas que doam sangue têm direito, mediante comprovação da doação, a um dia de folga a cada 12 meses trabalhados, de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

A doação não é dolorosa

Muitas pessoas têm receio de doar sangue por medo da dor, mas o processo não é doloroso. O único incômodo possível é no momento de colocar a agulha – nada muito diferente de uma vacina ou de uma coleta de sangue para exames, por exemplo.

Por isso, não hesite: doe sangue e ajude a salvar vidas!

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Perdeu a carteirinha de vacinação? Veja como proceder

8 de junho de 2023

Com o avanço de campanhas nacionais de vacinação, como a da Covid-19, da influenza e de outros imunizantes de rotina, muitas pessoas perceberam que não possuem mais a carteirinha de vacinação. O documento, geralmente feito pela primeira vez ainda na infância, serve como registro de todas as vacinas tomadas ao longo da vida. Após muitos […]

Perdeu a carteirinha de vacinação? Veja como proceder

Com o avanço de campanhas nacionais de vacinação, como a da Covid-19, da influenza e de outros imunizantes de rotina, muitas pessoas perceberam que não possuem mais a carteirinha de vacinação.

O documento, geralmente feito pela primeira vez ainda na infância, serve como registro de todas as vacinas tomadas ao longo da vida. Após muitos anos guardado, percebemos que não temos mais a carteirinha justamente no momento em que precisamos dela.

O que fazer no caso de perder a carteirinha de vacinação?

Inicialmente, saiba que a ausência da carteira de vacinação não impede ninguém de tomar suas vacinas. A vacinação é um direito de todos os brasileiros e não pode ser negada pela não-apresentação do documento.

Nesses casos, a pessoa é vacinada mesmo sem a carteira, e um novo documento que comprova a imunização é emitido no ato da vacinação.

Como fazer uma nova carteira de vacinação

Segundo o Ministério da Saúde, o procedimento recomendado para quem perdeu a carteira de vacinação é procurar a unidade de saúde que frequenta normalmente para resgatar o histórico de vacinação e emitir uma segunda via do documento.

Caso não seja possível verificar a vacinação de alguns imunizantes, um novo esquema de imunização pode ser iniciado. Isso vai depender da avaliação realizada pelos profissionais de saúde no local, que levará em consideração fatores como o estado de saúde da pessoa, sua idade e a probabilidade de ter sido vacinada anteriormente.

Uma outra maneira de acompanhar a sua situação vacinal é por meio do aplicativo Conecte SUS, do Ministério da Saúde. Por ser relativamente novo, o app fornece um registro digital apenas das vacinas tomadas recentemente.

Por isso, não tem desculpa: mesmo sem a carteirinha, procure o posto de saúde mais próximo e coloque suas vacinas em dia!