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Outubro Rosa: conheça as leis que auxiliam pacientes com câncer

20 de outubro de 2022

Receber a notícia de um câncer é um dos momentos mais difíceis que uma pessoa pode passar. É essencial contar com o apoio dos familiares, amigos e pessoas próximas, que ajudam o paciente a passar pelo tratamento com mais tranquilidade. Além do suporte afetivo das pessoas próximas, o paciente com câncer possui uma série de […]

Outubro Rosa: conheça as leis que auxiliam pacientes com câncer

Receber a notícia de um câncer é um dos momentos mais difíceis que uma pessoa pode passar. É essencial contar com o apoio dos familiares, amigos e pessoas próximas, que ajudam o paciente a passar pelo tratamento com mais tranquilidade.

Além do suporte afetivo das pessoas próximas, o paciente com câncer possui uma série de direitos garantidos pela legislação para tentar amenizar a dor desse momento e aumentar a efetividade do tratamento.

Para além das leis específicas, o paciente tem vários direitos concedidos que variam de acordo com cada caso, como o saque do FGTS e PIS/Pasep, auxílio doença da Previdência Social, aposentadoria por invalidez, isenção do imposto de renda e IPVA e transporte público coletivo gratuito.

Alguns desses direitos são variáveis e podem ser aplicados de acordo com o tipo de câncer, as condições econômicas e a idade do paciente. Conheça as leis que auxiliam pacientes com câncer.

Lei dos 60 Dias

A Lei dos 60 Dias (Lei 11.664/08) estabelece que os pacientes diagnosticados com câncer precisam ter acesso ao primeiro tratamento contra a doença em até 60 dias, gratuitamente, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Essa medida, que se aplica a quase todos os tipos de câncer, tem por objetivo aumentar a eficácia do tratamento: quanto mais cedo ele for realizado, maiores são as chances de sucesso.

Lei 13.767/2018

Essa lei garante aos trabalhadores a ausência do trabalho para a realização de exames preventivos ao câncer. Conforme a legislação, o trabalhador pode ficar ausente do trabalho por até três dias a cada 12 meses para a realização dos exames.

Lei da Mamografia

Segundo a Lei 11.664/08, o SUS deve garantir o acesso gratuito ao exame que detecta o câncer de mama para todas as mulheres acima de 40 anos. Recentemente, uma  revisão da legislação tornou esse direito mais amplo.

Agora, caso seja necessária, a mamografia pode ser realizada por todas as mulheres a partir da puberdade, independentemente da idade.

É preciso lembrar que a mamografia é recomendada para todas as mulheres e homens trans acima dos 40 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Em caso de histórico familiar, o exame deve ser feito todos os anos, iniciando 10 anos antes da idade do diagnóstico do parente, porém não antes dos 27 anos.

Para as mulheres trans e travestis que usam o hormônio estrogênio, a indicação é iniciar a realização da mamografia a partir de 40 anos ou após 15 anos de uso da medicação.

Lei da Reconstrução mamária

A Lei 12.802/2013 estabelece que toda mulher possui o direito de realizar a cirurgia para reconstrução mamária na rede pública de saúde. De acordo com a legislação, o procedimento deve ser realizado imediatamente após a retirada do tumor ou quando a paciente estiver em condições de realizá-lo.

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Vacinação: por que doenças erradicadas estão voltando?

18 de outubro de 2022

Tomar vacina virou um hábito comum dos brasileiros desde muito cedo: já nos primeiros meses de vida, somos imunizados contra diversas doenças, recebendo vacinas como a tríplice viral, que combate o sarampo, a rubéola e a caxumba. Isso garantiu o controle e a erradicação de diversas enfermidades, mas há um problema que começa a aparecer: […]

Vacinação: por que doenças erradicadas estão voltando?

Tomar vacina virou um hábito comum dos brasileiros desde muito cedo: já nos primeiros meses de vida, somos imunizados contra diversas doenças, recebendo vacinas como a tríplice viral, que combate o sarampo, a rubéola e a caxumba. Isso garantiu o controle e a erradicação de diversas enfermidades, mas há um problema que começa a aparecer: doenças erradicadas voltaram a ser uma ameaça.

A erradicação de uma doença acontece quando ela deixa de existir em todo o planeta. Até hoje, o único caso de doença efetivamente erradicada foi o da varíola, considerada extinta pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1980.

Apesar disso, outras doenças podem ser consideradas eliminadas – quando elas desaparecem de determinados locais do planeta, mas continuam em circulação em outros.

Um bom exemplo é o sarampo: em 2016, o Brasil recebeu uma certificação de erradicação da doença pela OMS. Infelizmente, o vírus voltou a circular no país em 2018.

No caso da poliomielite, o Brasil não registra casos da doença desde 1994, mas a cobertura vacinal cada vez mais baixa pode criar condições para o ressurgimento do vírus: em 2021, apenas 70% do público-alvo acima de quatro anos foi vacinado, quando a taxa de vacinação recomendada é de 95%.

Por que doenças erradicadas estão voltando?

O hábito da população brasileira de se vacinar desde cedo ajudou a eliminar do país muitas doenças que continuam causando problemas em outros locais. O problema é que a taxa de vacinação no país vem caindo ao longo dos anos, o que pode favorecer o ressurgimento de doenças que já não circulam entre nós.

De acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde, 18% das pessoas relatam ter medo de reações às vacinas, e 14% afirmam que imunizantes para doenças que não existem mais são desnecessárias. 

Essa desinformação, aliada à ausência de campanhas de vacinação efetivas nos últimos anos, tem levado um número cada vez menor de pessoas aos postos de saúde para se vacinar.

Um ponto importante que precisa ser divulgado é que as vacinas são completamente seguras. Elas passam por um longo processo de testes de efetividade e segurança antes de serem aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Foi o caso, por exemplo, das vacinas desenvolvidas contra a Covid-19, que ajudaram a salvar milhões de vidas no Brasil e no mundo.

Além disso, é preciso tomar continuamente os imunizantes contra doenças consideradas eliminadas ou erradicadas. Dependendo da doença, a proteção oferecida pela vacina diminui ao longo do tempo, e por isso existem as doses de reforço. A vacinação protege nosso sistema imunológico e ajuda a manter os agentes causadores de enfermidades sob controle.

Vacinar é um ato de amor coletivo. Por isso, não pense duas vezes: vacine-se sempre que for necessário.

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Quais exames são importantes para o diagnóstico precoce do câncer de mama?

14 de outubro de 2022

O câncer de mama é a segunda neoplasia mais comum entre mulheres e o mais mortal entre elas, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Apesar dessa triste realidade, quando diagnosticado precocemente o câncer de mama tem chance de cura de até 95%. Por isso, no mês em que é celebrado o Outubro […]

Quais exames são importantes para o diagnóstico precoce do câncer de mama?

O câncer de mama é a segunda neoplasia mais comum entre mulheres e o mais mortal entre elas, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Apesar dessa triste realidade, quando diagnosticado precocemente o câncer de mama tem chance de cura de até 95%.

Por isso, no mês em que é celebrado o Outubro Rosa é essencial ficar atenta: vários serviços privados e públicos aumentam a oferta dos principais exames que ajudam a diagnosticar a doença precocemente e, assim, a aumentar as chances de cura.

Saiba quais são os exames importantes para o diagnóstico precoce do câncer de mama.

Exame físico

O exame físico pode ser realizado em casa pela própria mulher. Também conhecido como autoexame ou exame de toque, ele é o primeiro passo para detectar o câncer de mama precocemente.

Para realizar o autoexame das mamas, utilize as polpas dos dedos para apalpar as mamas em busca de nódulos ou outras alterações. Fique atenta também a sintomas como vermelhidão e saída de secreção das mamas.

Embora o autoexame seja importante para a detecção de possíveis tumores, ele não deve substituir a consulta com um profissional. Então, caso identifique qualquer alteração nas mamas durante o autoexame, procure um médico imediatamente.

Mamografia

A mamografia é um exame de imagem realizado para detectar tumores e alterações na estrutura da mama.

A mamografia é recomendada para todas as mulheres e homens trans acima dos 40 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Porém, em caso de histórico familiar, o exame deve ser feito anualmente, iniciando 10 anos antes da idade do diagnóstico do parente, porém não antes dos 27 anos.

Para mulheres trans e travestis que fazem a aplicação do hormônio estrogênio, a indicação é iniciar a realização da mamografia a partir de 40 anos ou após 15 anos de uso da medicação.

Ultrassonografia de mama

A ultrassonografia de mama é um outro exame de imagem que pode ser utilizado para a detecção precoce do câncer de mama. Ela pode ser requisitada pelo médico, por exemplo, quando os resultados da mamografia não são conclusivos.

Por não utilizar radiação – ao contrário da mamografia, que basicamente é uma radiografia da mama -, a ultrassonografia gera imagens a partir de ondas sonoras e é considerada um procedimento de menor risco para pacientes gestantes e lactantes.

É importante esclarecer que a mamografia e a ultrassonografia de mama são exames complementares, e não é indicada a substituição de um exame pelo outro.

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Comer rápido faz mal: hábito aumenta risco de obesidade

13 de outubro de 2022

A obesidade é um problema crescente no Brasil. Existem vários fatores, comportamentais e genéticos, que podem provocar a condição, e um deles está diretamente relacionado à maneira como comemos. Saiba porque comer rápido faz mal e pode aumentar o risco de obesidade. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 41 milhões […]

Comer rápido faz mal: hábito aumenta risco de obesidade

A obesidade é um problema crescente no Brasil. Existem vários fatores, comportamentais e genéticos, que podem provocar a condição, e um deles está diretamente relacionado à maneira como comemos. Saiba porque comer rápido faz mal e pode aumentar o risco de obesidade.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 41 milhões de pessoas no país (cerca de um quarto da população) são consideradas obesas. Além disso, outros 55 milhões de brasileiros estão acima do peso.

Um dos meios de diminuir as taxas de obesidade é prestar atenção não apenas a o que comemos, mas também a como comemos. E algo que muitas pessoas fazem sem nem perceber, como comer muito rápido, pode fazer mal à saúde.

Comer rápido demais faz mal

Ao nos alimentarmos, o estômago envia um sinal para o cérebro informando que não há mais a necessidade de comer. O problema é que esse sinal é enviado cerca de 10 a 15 minutos após o início da refeição.

Por isso, quando comemos muito rapidamente, tendemos a comer mais durante esse “atraso” que ocorre até que o estômago informe ao cérebro que está saciado. Quando isso se torna um hábito, o excesso de comida pode acabar contribuindo para a obesidade.

Além disso, comer rápido demais também favorece casos de má digestão, refluxo e até diabetes, já que pode provocar resistência à ação da insulina, hormônio responsável por controlar a quantidade de açúcar no sangue.

Portanto, quando for se alimentar, lembre-se: saboreie a comida com paciência, vagarosamente. Além dos benefícios para sua saúde, o sabor do alimento será ainda melhor.

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Entenda o que é a Síndrome do Pensamento Acelerado, que causa irritação e insônia

8 de outubro de 2022

A prevalência de doenças psicológicas vem crescendo nas últimas décadas, e esse movimento foi acelerado pela pandemia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de depressão e ansiedade aumentaram 25% em todo o mundo apenas no primeiro ano da Covid. Mas uma condição ainda desconhecida também vem acometendo muitas pessoas: saiba o que […]

Entenda o que é a Síndrome do Pensamento Acelerado, que causa irritação e insônia

A prevalência de doenças psicológicas vem crescendo nas últimas décadas, e esse movimento foi acelerado pela pandemia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de depressão e ansiedade aumentaram 25% em todo o mundo apenas no primeiro ano da Covid. Mas uma condição ainda desconhecida também vem acometendo muitas pessoas: saiba o que é a Síndrome do Pensamento Acelerado.

A Síndrome do Pensamento Acelerado pode ser provocada por outros problemas psicológicos, como a ansiedade e o estresse, ou pelo uso de substâncias psicoativas. Para a psiquiatria, o pensamento humano é classificado em três graus:

  • O pensamento mais lento, conhecido como bradipsiquia;
  • O pensamento com curso comum;
  • E o pensamento acelerado, conhecido como taquipsiquia.

Nos casos da Síndrome do Pensamento Acelerado, a pessoa acometida muitas vezes tem dificuldade em expressar o que pensa e não consegue acompanhar o próprio raciocínio. Isso pode levar a um estado de preocupação constante e a uma série de sintomas, como:

  • Insônia;
  • Irritabilidade;
  • Cansaço;
  • Problemas de concentração e memória.

O tratamento varia de acordo com a causa do problema: transtornos de ansiedade, por exemplo, podem ser tratados com ansiolíticos, e pessoas com quadros depressivos devem ser tratadas com medicação adequada.

Outras condições, como o Transtorno Bipolar e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), também podem estar ligados à Síndrome do Pensamento Acelerado.

Em todos os casos, o acompanhamento psicológico também pode trazer resultados positivos. Procurar orientação psicológica e psiquiátrica para qualquer doença mental é o melhor caminho para minimizar o sofrimento.

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Entenda o que é a Síndrome do Pensamento Acelerado, que causa irritação e insônia

A prevalência de doenças psicológicas vem crescendo nas últimas décadas, e esse movimento foi acelerado pela pandemia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de depressão e ansiedade aumentaram 25% em todo o mundo apenas no primeiro ano da Covid. Mas uma condição ainda desconhecida também vem acometendo muitas pessoas: saiba o que […]

Entenda o que é a Síndrome do Pensamento Acelerado, que causa irritação e insônia

A prevalência de doenças psicológicas vem crescendo nas últimas décadas, e esse movimento foi acelerado pela pandemia. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os casos de depressão e ansiedade aumentaram 25% em todo o mundo apenas no primeiro ano da Covid. Mas uma condição ainda desconhecida também vem acometendo muitas pessoas: saiba o que é a Síndrome do Pensamento Acelerado.

A Síndrome do Pensamento Acelerado pode ser provocada por outros problemas psicológicos, como a ansiedade e o estresse, ou pelo uso de substâncias psicoativas. Para a psiquiatria, o pensamento humano é classificado em três graus:

  • O pensamento mais lento, conhecido como bradipsiquia;
  • O pensamento com curso comum;
  • E o pensamento acelerado, conhecido como taquipsiquia.

Nos casos da Síndrome do Pensamento Acelerado, a pessoa acometida muitas vezes tem dificuldade em expressar o que pensa e não consegue acompanhar o próprio raciocínio. Isso pode levar a um estado de preocupação constante e a uma série de sintomas, como:

  • Insônia;
  • Irritabilidade;
  • Cansaço;
  • Problemas de concentração e memória.

O tratamento varia de acordo com a causa do problema: transtornos de ansiedade, por exemplo, podem ser tratados com ansiolíticos, e pessoas com quadros depressivos devem ser tratadas com medicação adequada.

Outras condições, como o Transtorno Bipolar e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), também podem estar ligados à Síndrome do Pensamento Acelerado.

Em todos os casos, o acompanhamento psicológico também pode trazer resultados positivos. Procurar orientação psicológica e psiquiátrica para qualquer doença mental é o melhor caminho para minimizar o sofrimento.

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Outubro Rosa: por que o laço dessa cor virou símbolo do combate ao câncer de mama?

6 de outubro de 2022

O Outubro Rosa já é uma campanha reconhecida internacionalmente. Com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre os sintomas e a prevenção do câncer de mama, a ação já ajudou a salvar a vida de milhares de mulheres: segundo o Ministério da Saúde, a campanha aumentou em 37% a quantidade de mamografias realizadas no Brasil. […]

Outubro Rosa: por que o laço dessa cor virou símbolo do combate ao câncer de mama?

O Outubro Rosa já é uma campanha reconhecida internacionalmente. Com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre os sintomas e a prevenção do câncer de mama, a ação já ajudou a salvar a vida de milhares de mulheres: segundo o Ministério da Saúde, a campanha aumentou em 37% a quantidade de mamografias realizadas no Brasil. Mas você sabe por quê o laço rosa virou símbolo de combate ao câncer de mama?

Em 1991, as fitas cor-de-rosa foram distribuídas na Corrida pela Cura promovida no mês de outubro pela Susan G. Komen for the Cure, uma organização estadunidense dedicada à conscientização sobre o câncer de mama.

Mas o laço rosa como o conhecemos hoje só ganhou projeção ao ser utilizado por uma revista estadunidense, que dedicou sua edição de outubro de 1992 ao câncer de mama. Junto com a revista, a editora distribuiu as fitas cor-de-rosa nos pontos de venda, popularizando o símbolo.

No Brasil, a primeira adesão à campanha ocorreu no ano de 2022, em São Paulo. O Obelisco do Ibirapuera foi iluminado com a cor rosa, e a cobertura da mídia ajudou a expandir a cor e o símbolo do movimento por todo o país.

Desde então, diversas organizações, empresas e órgãos governamentais de todo o Brasil se envolvem com o Outubro Rosa, seja por meio da distribuição de fitas, da iluminação de prédios e monumentos ou pela divulgação na imprensa.

Dessa maneira, a campanha ajuda a disseminar informação sobre o câncer de mama, contribuindo para um diagnóstico precoce e para a redução da mortalidade pela doença no país.

Câncer de mama

Conforme o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a cada ano cerca de 66 mil novos casos de câncer de mama são diagnosticados no Brasil. Os principais sintomas incluem:

  • Nódulo palpável na mama;
  • Pele com aspecto enrugado;
  • Saída de secreção do mamilo;
  • Vermelhidão;
  • Inversão do mamilo;
  • Inchaço e dor local.

Muitas vezes, esses sintomas só aparecem quando a doença já está bastante avançada. Por isso, é importante fazer o autoexame periodicamente e realizar a mamografia de rotina, que é recomendada anualmente a partir dos 40 anos.

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Outubro Rosa: por que o laço dessa cor virou símbolo do combate ao câncer de mama?

O Outubro Rosa já é uma campanha reconhecida internacionalmente. Com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre os sintomas e a prevenção do câncer de mama, a ação já ajudou a salvar a vida de milhares de mulheres: segundo o Ministério da Saúde, a campanha aumentou em 37% a quantidade de mamografias realizadas no Brasil. […]

Outubro Rosa: por que o laço dessa cor virou símbolo do combate ao câncer de mama?

O Outubro Rosa já é uma campanha reconhecida internacionalmente. Com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre os sintomas e a prevenção do câncer de mama, a ação já ajudou a salvar a vida de milhares de mulheres: segundo o Ministério da Saúde, a campanha aumentou em 37% a quantidade de mamografias realizadas no Brasil. Mas você sabe por quê o laço rosa virou símbolo de combate ao câncer de mama?

Em 1991, as fitas cor-de-rosa foram distribuídas na Corrida pela Cura promovida no mês de outubro pela Susan G. Komen for the Cure, uma organização estadunidense dedicada à conscientização sobre o câncer de mama.

Mas o laço rosa como o conhecemos hoje só ganhou projeção ao ser utilizado por uma revista estadunidense, que dedicou sua edição de outubro de 1992 ao câncer de mama. Junto com a revista, a editora distribuiu as fitas cor-de-rosa nos pontos de venda, popularizando o símbolo.

No Brasil, a primeira adesão à campanha ocorreu no ano de 2022, em São Paulo. O Obelisco do Ibirapuera foi iluminado com a cor rosa, e a cobertura da mídia ajudou a expandir a cor e o símbolo do movimento por todo o país.

Desde então, diversas organizações, empresas e órgãos governamentais de todo o Brasil se envolvem com o Outubro Rosa, seja por meio da distribuição de fitas, da iluminação de prédios e monumentos ou pela divulgação na imprensa.

Dessa maneira, a campanha ajuda a disseminar informação sobre o câncer de mama, contribuindo para um diagnóstico precoce e para a redução da mortalidade pela doença no país.

Câncer de mama

Conforme o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a cada ano cerca de 66 mil novos casos de câncer de mama são diagnosticados no Brasil. Os principais sintomas incluem:

  • Nódulo palpável na mama;
  • Pele com aspecto enrugado;
  • Saída de secreção do mamilo;
  • Vermelhidão;
  • Inversão do mamilo;
  • Inchaço e dor local.

Muitas vezes, esses sintomas só aparecem quando a doença já está bastante avançada. Por isso, é importante fazer o autoexame periodicamente e realizar a mamografia de rotina, que é recomendada anualmente a partir dos 40 anos.

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Dia Mundial do Coração: saiba como proteger e cuidar do seu

29 de setembro de 2022

O Dia Mundial do Coração, celebrado todos os anos em 29 de setembro, marca uma data de conscientização sobre a saúde desse órgão vital. Saiba como proteger e cuidar do seu coração. O Brasil possui, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, 14 milhões de pessoas portadoras de alguma doença cardiovascular. Cerca de 400 mil […]

Dia Mundial do Coração: saiba como proteger e cuidar do seu

O Dia Mundial do Coração, celebrado todos os anos em 29 de setembro, marca uma data de conscientização sobre a saúde desse órgão vital. Saiba como proteger e cuidar do seu coração.

O Brasil possui, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, 14 milhões de pessoas portadoras de alguma doença cardiovascular. Cerca de 400 mil pessoas morrem vítimas de problemas cardiovasculares todos os anos, o que corresponde a 30% das mortes no país.

Dentre as condições cardiovasculares mais comuns, estão o infarto agudo do miocárdio, as arritmias cardíacas, insuficiência cardíaca e doenças valvares.

Cuidar mais adequadamente da saúde do coração é, assim, essencial tanto no nível individual quanto no âmbito da saúde pública.

Como cuidar do coração

Muitas pessoas acreditam que os cuidados com o coração devem começar apenas a partir de idades mais avançadas, mas a verdade é que quanto mais cedo você se preocupar com a saúde do coração, melhor.

Afinal, casos de doenças cardiovasculares em crianças e adolescentes vêm se tornando cada vez mais comuns, devido a problemas como sedentarismo e obesidade.

Dessa maneira, o primeiro passo é a realização de exames de rotina pelo menos uma vez por ano. Além disso, algumas medidas preventivas podem ser tomadas para ajudar a manter a saúde do coração em dia:

  • Controlar a pressão arterial e a diabetes (é possível acompanhar os níveis de pressão e glicose em casa, com aparelhos específicos);
  • Praticar exercícios físicos regularmente e manter uma dieta adequada, buscando sempre acompanhamento profissional;
  • Controlar os níveis de colesterol e triglicerídios no sangue;
  • Evitar ou reduzir o consumo de álcool e evitar o tabagismo;
  • Tentar controlar os momentos de estresse, investindo em atividades que promovam relaxamento;

Manter um sono regular

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Quero ser doador de órgãos: o que fazer?

27 de setembro de 2022

Instituído no ano de 2007, o Dia Nacional da Doação de Órgãos (27/09) foi criado para conscientizar a sociedade brasileira acerca da importância e necessidade da doação, além de instruir as pessoas em como se tornar um doador de órgãos. De acordo com  a Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos (ADOTE), o Brasil […]

Quero ser doador de órgãos: o que fazer?

Instituído no ano de 2007, o Dia Nacional da Doação de Órgãos (27/09) foi criado para conscientizar a sociedade brasileira acerca da importância e necessidade da doação, além de instruir as pessoas em como se tornar um doador de órgãos.

De acordo com  a Aliança Brasileira pela Doação de Órgãos e Tecidos (ADOTE), o Brasil tem menos de 20 doadores para cada milhão de pessoas. Ao mesmo tempo, quase 60 mil brasileiros aguardam na fila por um transplante, segundo dados do Ministério da Saúde.

Por isso, é importante que cada vez mais pessoas se declarem doadores, afinal, uma única pessoa pode salvar até oito vidas com a doação de órgãos.

Como se tornar um doador de órgãos

A doação por parte de doadores não vivos ocorre em pacientes com quadro de morte encefálica, ou seja, quando há a interrupção da irrigação sanguínea para o cérebro. Também é possível doar alguns órgãos – como um rim e parte do fígado, medula e pulmão – em vida.

Após tomar a decisão de ser um doador, o primeiro passo é informar a sua família sobre o desejo. Isso é importante pois, após o falecimento, é a família que autoriza a doação de órgãos e tecidos.

Apesar da manifestação individual ser importante, não há uma lei que garanta que ela será atendida. Ou seja, mesmo que uma pessoa diga em vida que quer ser doadora, mas a família se recuse a doar, a doação não será efetiva.

Além disso, deixar um documento por escrito explicitando a intenção de doar pode ajudar na decisão dos familiares.

É essencial, portanto, explicar bem a seus familiares a sua vontade de se tornar um doador, informando-os sobre o caráter humanitário da doação e como ela pode amenizar um momento de perda e dor com esperança e empatia. Torne-se um doador hoje mesmo e ajude a salvar vidas!