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5 doenças típicas do outono e os cuidados que fazem diferença

27 de março de 2026

A chegada do outono costuma trazer um alívio do calor intenso, mas também marca o início de um período em que queixas respiratórias se tornam mais frequentes. Tosse persistente, coriza, espirros e crises alérgicas passam a fazer parte da rotina de muitas pessoas, e não é por acaso. As mudanças climáticas típicas da estação criam […]

5 doenças típicas do outono e os cuidados que fazem diferença

A chegada do outono costuma trazer um alívio do calor intenso, mas também marca o início de um período em que queixas respiratórias se tornam mais frequentes. Tosse persistente, coriza, espirros e crises alérgicas passam a fazer parte da rotina de muitas pessoas, e não é por acaso.

As mudanças climáticas típicas da estação criam um ambiente favorável para a circulação de vírus e para o agravamento de condições respiratórias já existentes, como rinite, sinusite e asma. Entender esse cenário é o primeiro passo para atravessar o período com mais saúde e menos desconforto.

O que muda no corpo durante o outono

Com a queda gradual das temperaturas e a redução da umidade do ar, o organismo precisa se adaptar a um novo contexto. O ar mais seco, por exemplo, compromete a proteção natural das vias respiratórias, deixando nariz e garganta mais vulneráveis a irritações e infecções.

Além disso, é comum que as pessoas passem mais tempo em ambientes fechados, com menor circulação de ar. Esse comportamento favorece a transmissão de vírus respiratórios, especialmente em locais com grande circulação, como escritórios, escolas e transporte público.

Outro fator importante é o acúmulo de poeira e ácaros, que tende a aumentar em períodos mais secos. Para quem já tem predisposição a alergias, esse cenário pode desencadear ou intensificar sintomas.

5 doenças típicas do outono

1. Rinite alérgica

Muito comum nessa época, é desencadeada principalmente por poeira, ácaros e mudanças de temperatura. Os sintomas incluem espirros, coriza e coceira no nariz.

2. Sinusite

Pode surgir após quadros gripais ou crises alérgicas. Causa dor facial, sensação de pressão na cabeça e secreção nasal.

3. Gripe

Infecção viral que ganha força no outono, com sintomas como febre, dor no corpo, cansaço e tosse.

4. Resfriado

Mais leve que a gripe, mas bastante comum. Provoca coriza, espirros e desconforto na garganta.

5. Crises de asma

O ar seco e a presença de alérgenos podem agravar os sintomas em quem já tem a condição, causando falta de ar e chiado no peito.

Como se proteger no dia a dia

Algumas medidas simples podem reduzir bastante o risco de adoecer ou de agravar sintomas respiratórios durante o outono, como:

1. Mantenha a vacinação em dia

A imunização contra a gripe e outras doenças respiratórias é uma das formas mais eficazes de prevenção, especialmente para grupos mais vulneráveis.

2. Cuide da qualidade do ar dentro de casa

Ambientes limpos e bem ventilados fazem diferença. Evite acúmulo de poeira, higienize tecidos com frequência e, se possível, deixe janelas abertas para circulação de ar.

3. Hidrate-se bem

Beber água ajuda a manter as mucosas hidratadas, fortalecendo a barreira natural do organismo contra agentes irritantes.

4. Use soluções para higiene nasal

O uso de soro fisiológico pode auxiliar na limpeza das vias respiratórias, reduzindo irritações e prevenindo infecções.

5. Atenção ao uso de umidificadores

Eles podem ajudar em dias muito secos, mas devem ser usados com moderação e higienizados corretamente para evitar a proliferação de fungos e bactérias.

6. Evite ambientes fechados e aglomerações

Sempre que possível, priorize locais arejados, especialmente em períodos de maior circulação de vírus.

Quando procurar ajuda médica

Embora muitos sintomas sejam leves e passageiros, é importante buscar orientação profissional quando houver:

  • Febre persistente

  • Falta de ar

  • Tosse intensa ou prolongada

  • Piora de condições respiratórias já existentes

O acompanhamento médico adequado ajuda a evitar complicações e garante um tratamento mais eficaz.

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Câncer do colo do útero: mortes crescem no Brasil e acendem alerta para prevenção e diagnóstico precoce

O aumento contínuo de mortes por câncer do colo do útero no Brasil tem acendido um sinal de alerta importante para a saúde pública. Apesar de ser uma doença com alto potencial de prevenção e com grandes chances de cura quando diagnosticada precocemente, os números mais recentes mostram que ainda há barreiras significativas no acesso […]

Câncer do colo do útero: mortes crescem no Brasil e acendem alerta para prevenção e diagnóstico precoce

O aumento contínuo de mortes por câncer do colo do útero no Brasil tem acendido um sinal de alerta importante para a saúde pública. Apesar de ser uma doença com alto potencial de prevenção e com grandes chances de cura quando diagnosticada precocemente, os números mais recentes mostram que ainda há barreiras significativas no acesso à informação, à vacinação e ao rastreamento.

De acordo com levantamento divulgado em março de 2026, com base em dados do DATASUS (Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM), organizados no Observatório da Saúde Pública da Umane, o país registrou cerca de 7,5 mil mortes em 2024, o maior número da série histórica iniciada em 2000. O crescimento é consistente: foram 7,2 mil óbitos em 2023, consolidando o terceiro ano consecutivo de alta. No acumulado desde 2022, o aumento chega a 13,4%, evidenciando uma tendência preocupante.

Quem são as principais vítimas

Os dados também revelam desigualdades importantes. A maior parte das mortes ocorre entre mulheres com 65 anos ou mais, que representam 32,6% dos casos. Além disso, há maior incidência entre mulheres pardas (48,3%) e com menor escolaridade, especialmente aquelas com até sete anos de estudo (52,3%).

Esses recortes reforçam que o câncer do colo do útero não é apenas uma questão médica, mas também social. O acesso desigual a serviços de saúde, informação e prevenção impacta diretamente os índices de mortalidade.

Outro dado preocupante vem do inquérito Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) 2024: 12,5% das mulheres entre 25 e 64 anos nunca realizaram o exame de Papanicolau, principal forma de detectar alterações precursoras da doença. Isso significa que uma parcela significativa da população feminina ainda está fora das estratégias básicas de rastreamento.

O que causa o câncer do colo do útero

A principal causa do câncer do colo do útero é a infecção persistente pelo HPV (Papilomavírus Humano), um vírus sexualmente transmissível bastante comum. Na maioria dos casos, o organismo elimina o vírus naturalmente, mas, quando a infecção persiste, pode provocar alterações nas células do colo do útero que evoluem para o câncer ao longo dos anos.

Essa evolução lenta é justamente o que torna a doença altamente prevenível: há tempo suficiente para identificar e tratar lesões antes que se tornem malignas.

Principais sintomas: quando o corpo dá sinais

Nos estágios iniciais, o câncer do colo do útero costuma ser silencioso, o que reforça a importância do exame preventivo regular. Quando os sintomas aparecem, a doença pode já estar em estágio mais avançado.

Os sinais mais comuns incluem:

  • Sangramento vaginal fora do período menstrual

  • Sangramento após relações sexuais

  • Corrimento vaginal com odor forte ou aspecto incomum

  • Dor pélvica constante

  • Desconforto durante a relação sexual

Em fases mais avançadas, podem surgir sintomas como dor lombar, inchaço nas pernas e alterações urinárias ou intestinais. Diante de qualquer um desses sinais, é fundamental procurar atendimento médico o quanto antes.

Prevenção: um caminho possível e eficaz

A boa notícia é que o câncer do colo do útero pode ser evitado por meio de duas estratégias principais: vacinação contra o HPV e rastreamento regular com o exame de Papanicolau.

A vacinação é indicada para meninas e meninos de 9 a 14 anos e tem apresentado avanço no país. Em 2025, a cobertura vacinal chegou a 79,95%, um crescimento em relação aos 75% registrados em 2024. Ainda assim, há diferença entre os gêneros: a adesão é maior entre meninas (85,89%) do que entre meninos (74,26%).

Embora os números mostrem evolução, especialistas reforçam que o ideal é ampliar ainda mais essa cobertura para alcançar a proteção coletiva e reduzir a circulação do vírus.

Já o exame de Papanicolau deve ser realizado regularmente por mulheres a partir dos 25 anos ou após o início da vida sexual, conforme orientação médica. Ele permite identificar alterações celulares precocemente, antes que evoluam para o câncer, tornando o tratamento mais simples e eficaz.

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Por que o diagnóstico da Síndrome de Down na gravidez pode fazer diferença

16 de março de 2026

Em 21 de março, o mundo celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data dedicada à conscientização, ao combate ao preconceito e à valorização das pessoas com Síndrome de Down. Mais do que lembrar a importância da inclusão, o dia também abre espaço para discutir informação e cuidados, inclusive durante a gestação. Uma […]

Por que o diagnóstico da Síndrome de Down na gravidez pode fazer diferença

Em 21 de março, o mundo celebra o Dia Mundial da Síndrome de Down, uma data dedicada à conscientização, ao combate ao preconceito e à valorização das pessoas com Síndrome de Down. Mais do que lembrar a importância da inclusão, o dia também abre espaço para discutir informação e cuidados, inclusive durante a gestação.

Uma das dúvidas mais comuns entre gestantes é: descobrir a Síndrome de Down ainda na gravidez faz alguma diferença para o bebê ou para a mãe?

A resposta é que o diagnóstico precoce não altera a condição genética do bebê, mas pode influenciar positivamente o acompanhamento da gestação e o planejamento dos cuidados após o nascimento.

O que é a Síndrome de Down

A Síndrome de Down é uma condição genética causada pela presença de uma cópia extra do cromossomo 2, e por isso também chamada de trissomia do 21. Essa alteração pode influenciar algumas características físicas e o desenvolvimento cognitivo, além de estar associada, em alguns casos, a condições de saúde que exigem acompanhamento médico.

Entre elas estão cardiopatias congênitas, alterações gastrointestinais e maior predisposição a algumas condições metabólicas e imunológicas. Ainda assim, cada pessoa com Síndrome de Down é única e pode apresentar diferentes níveis de desenvolvimento e autonomia.

Diagnóstico durante a gravidez

Durante o pré-natal, alguns exames podem indicar a possibilidade da condição ainda na gestação. Enquanto alguns exames avaliam apenas o risco, outros permitem confirmar o diagnóstico.

Entre eles estão:

  • Ultrassom morfológico do primeiro e do segundo trimestre

  • Testes de rastreamento no sangue materno

  • Teste pré-natal não invasivo (NIPT)

  • Exames confirmatórios, como amniocentese e biópsia de vilosidades coriônicas

Por que descobrir antes do nascimento pode ajudar

Saber da condição durante a gestação não muda a presença da Síndrome de Down, mas permite planejar melhor os cuidados médicos e o acompanhamento do bebê. Esse preparo pode facilitar intervenções precoces e garantir que o bebê receba o suporte necessário desde os primeiros momentos de vida.

Quando há suspeita ou confirmação, os profissionais de saúde podem:

  • Acompanhar mais de perto possíveis condições associadas

  • Investigar a presença de cardiopatias ainda na gestação

  • Planejar o parto em um hospital com estrutura neonatal adequada

  • Organizar o acompanhamento com especialistas logo após o nascimento

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Quando o corpo fala: sinais que podem indicar falta de vitamina B12

13 de março de 2026

A vitamina B12 é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. Ela participa da formação das células do sangue, contribui para o funcionamento adequado do sistema nervoso e tem papel importante na produção de energia. Mesmo com funções tão relevantes, a deficiência dessa vitamina pode passar despercebida por bastante tempo, principalmente porque muitos dos […]

Quando o corpo fala: sinais que podem indicar falta de vitamina B12

A vitamina B12 é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. Ela participa da formação das células do sangue, contribui para o funcionamento adequado do sistema nervoso e tem papel importante na produção de energia. Mesmo com funções tão relevantes, a deficiência dessa vitamina pode passar despercebida por bastante tempo, principalmente porque muitos dos sinais iniciais são sutis e facilmente confundidos com cansaço ou estresse do dia a dia.

Quando os níveis de vitamina B12 começam a cair, o corpo costuma enviar pequenos alertas. Nem sempre eles são claros ou aparecem todos ao mesmo tempo, o que pode atrasar a identificação do problema. Por isso, reconhecer esses sinais é um passo importante para buscar avaliação médica e evitar complicações.

Cansaço persistente

Um dos sintomas mais comuns da deficiência de vitamina B12 é o cansaço frequente. Isso acontece porque a vitamina está diretamente ligada à produção de glóbulos vermelhos, responsáveis por transportar oxigênio pelo organismo. Quando há falta de B12, a produção dessas células pode ser prejudicada, favorecendo o surgimento de anemia.

Com menos oxigênio circulando adequadamente pelo corpo, é comum sentir fadiga, falta de energia e dificuldade para realizar atividades que antes pareciam simples. Muitas pessoas descrevem uma sensação constante de exaustão, mesmo após períodos de descanso.

Formigamento nas mãos e nos pés

Outro sinal que merece atenção é a sensação de formigamento ou dormência nas extremidades, como mãos e pés. A vitamina B12 desempenha um papel importante na manutenção da bainha de mielina, uma estrutura que protege os nervos e permite a transmissão adequada dos impulsos nervosos.

Quando há deficiência da vitamina, essa proteção pode ser afetada, o que pode gerar sensações incomuns, como choques leves, dormência ou perda de sensibilidade. Esses sintomas costumam surgir de forma gradual e, muitas vezes, são atribuídos a problemas de circulação ou postura.

Alterações de memória e concentração

A saúde do sistema nervoso também depende da presença adequada de vitamina B12. Por isso, a deficiência pode provocar dificuldades cognitivas, como lapsos de memória, dificuldade de concentração e sensação de confusão mental.

Algumas pessoas relatam uma espécie de “névoa mental”, caracterizada por dificuldade de organizar pensamentos ou manter o foco em tarefas do cotidiano. Embora esses sintomas possam ter diversas causas, quando aparecem de forma persistente devem ser investigados.

Palidez e falta de ar

A deficiência de vitamina B12 pode levar ao desenvolvimento de anemia megaloblástica, um tipo de anemia caracterizado pela produção inadequada de glóbulos vermelhos. Como consequência, podem surgir sintomas como palidez, fraqueza e sensação de falta de ar, especialmente durante esforços físicos.

Esses sinais aparecem porque o organismo tem mais dificuldade para transportar oxigênio para os tecidos, o que afeta o funcionamento de diferentes sistemas do corpo.

Alterações no humor

Mudanças no humor também podem estar associadas à deficiência de vitamina B12. Estudos indicam que níveis inadequados dessa vitamina podem influenciar a produção de substâncias relacionadas ao bem-estar e à regulação emocional.

Assim, algumas pessoas podem apresentar sintomas como irritabilidade, desânimo ou até quadros depressivos. Embora esses sinais não sejam exclusivos da deficiência de B12, fazem parte do conjunto de manifestações que merecem avaliação.

Quem tem maior risco de deficiência?

A deficiência de vitamina B12 pode ocorrer por diferentes motivos. Em alguns casos, ela está relacionada à ingestão insuficiente da vitamina, que é encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, leite e derivados. Por isso, pessoas que seguem dietas vegetarianas ou veganas precisam de acompanhamento nutricional para garantir níveis adequados.

Além disso, alterações na absorção da vitamina também podem levar à deficiência. Isso pode ocorrer em pessoas com doenças gastrointestinais, em quem passou por cirurgias no estômago ou no intestino, ou ainda em idosos, que podem apresentar redução natural na capacidade de absorção da B12.

O uso prolongado de alguns medicamentos também pode interferir nesse processo.

A importância do diagnóstico

Como os sintomas da deficiência de vitamina B12 podem ser variados e pouco específicos, o diagnóstico costuma ser feito por meio de exames laboratoriais solicitados por um profissional de saúde. Identificar a deficiência precocemente é importante para evitar complicações, especialmente aquelas relacionadas ao sistema nervoso.

O tratamento depende da causa e pode envolver ajustes na alimentação, suplementação oral ou, em alguns casos, aplicação de vitamina B12 por via injetável.

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Pontos no corpo que podem ajudar a aliviar o estresse

6 de março de 2026

Em meio à rotina intensa, compromissos e preocupações do dia a dia, o estresse se tornou uma queixa cada vez mais comum. Embora seja uma reação natural do organismo diante de situações desafiadoras, quando se torna frequente ou prolongado pode afetar o bem-estar físico e emocional. Entre as estratégias utilizadas para aliviar a tensão está […]

Pontos no corpo que podem ajudar a aliviar o estresse

Em meio à rotina intensa, compromissos e preocupações do dia a dia, o estresse se tornou uma queixa cada vez mais comum. Embora seja uma reação natural do organismo diante de situações desafiadoras, quando se torna frequente ou prolongado pode afetar o bem-estar físico e emocional.

Entre as estratégias utilizadas para aliviar a tensão está a acupressão, uma técnica baseada na medicina tradicional chinesa que consiste em aplicar pressão em pontos específicos do corpo. Esses pontos estariam relacionados a diferentes funções do organismo e, quando estimulados, podem contribuir para promover relaxamento, aliviar tensões e melhorar a sensação de equilíbrio.

A prática pode ser feita com os dedos, por meio de uma pressão firme e constante por alguns segundos ou minutos. Embora não substitua acompanhamento médico ou psicológico quando necessário, pode ser uma alternativa complementar para momentos de estresse.

Ponto entre as sobrancelhas

Localizado no espaço entre as sobrancelhas, esse ponto é conhecido por estar associado à sensação de calma e relaxamento.

Para estimulá-lo, pressione suavemente a região com a ponta do dedo indicador ou polegar durante cerca de 30 segundos a um minuto, mantendo a respiração lenta e profunda. A técnica pode ajudar a reduzir a tensão mental e favorecer a concentração.

Ponto entre o polegar e o indicador

Um dos pontos mais conhecidos da acupressão fica na região da mão, no espaço entre o polegar e o dedo indicador.

A pressão nessa área pode ajudar a aliviar tensões acumuladas e promover relaxamento. Para estimular o ponto, pressione a região com o polegar da outra mão por cerca de 30 segundos, realizando movimentos circulares leves.

Ponto no pulso

Na parte interna do pulso, aproximadamente três dedos abaixo da base da mão, existe um ponto frequentemente associado ao alívio da ansiedade e da sensação de tensão.

A pressão pode ser feita com o polegar por cerca de um minuto em cada pulso, mantendo a respiração tranquila. Essa técnica é frequentemente utilizada para ajudar a reduzir a sensação de inquietação.

Ponto na base do pescoço

Outro ponto que pode ajudar a aliviar a tensão está localizado na região posterior do pescoço, próximo à base do crânio.

Aplicar pressão com os polegares nessa área ou realizar uma leve massagem circular pode ajudar a relaxar a musculatura, especialmente após longos períodos em frente ao computador ou em posições que exigem esforço da região cervical.

Ponto no centro do peito

No centro do tórax, na altura do esterno, existe um ponto que na medicina tradicional chinesa está relacionado ao equilíbrio emocional.

A pressão suave ou uma massagem leve nessa região, acompanhada de respiração profunda, pode ajudar a diminuir a sensação de ansiedade e promover relaxamento.

Técnicas que podem complementar o cuidado com o estresse

Além da acupressão, outras práticas podem ajudar a reduzir os níveis de estresse no dia a dia. Entre elas estão atividades físicas regulares, pausas durante a rotina de trabalho, técnicas de respiração, meditação e momentos de lazer.

Também é importante observar sinais persistentes de estresse, como dificuldade para dormir, irritabilidade constante, dores musculares frequentes ou sensação de esgotamento. Nessas situações, buscar orientação profissional pode ser fundamental para identificar as causas e encontrar estratégias adequadas de cuidado.

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Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre mulheres no mundo

5 de março de 2026

O Mês da Mulher costuma ser um momento de reflexão sobre conquistas, direitos e bem-estar feminino. Também é uma oportunidade importante para reforçar um tema essencial: o cuidado com a saúde. Entre os diversos aspectos que merecem atenção, a saúde do coração ocupa um lugar central. Isso porque as doenças cardiovasculares são atualmente a principal […]

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre mulheres no mundo

O Mês da Mulher costuma ser um momento de reflexão sobre conquistas, direitos e bem-estar feminino. Também é uma oportunidade importante para reforçar um tema essencial: o cuidado com a saúde. Entre os diversos aspectos que merecem atenção, a saúde do coração ocupa um lugar central.

Isso porque as doenças cardiovasculares são atualmente a principal causa de morte entre mulheres no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essas condições são responsáveis por cerca de um terço de todas as mortes femininas, superando inclusive diversos tipos de câncer quando analisados em conjunto.

Entre os problemas mais frequentes estão o infarto, o acidente vascular cerebral (AVC), a insuficiência cardíaca e outras alterações que comprometem o funcionamento do coração e dos vasos sanguíneos.

Apesar da alta incidência, muitas mulheres ainda não se reconhecem como parte do grupo de maior risco para essas doenças. A percepção comum costuma associar os problemas cardíacos mais aos homens, o que pode fazer com que os sinais de alerta sejam ignorados ou subestimados.

Sintomas podem se manifestar de forma diferente

Outro ponto importante é que os sintomas de doenças cardiovasculares nem sempre se apresentam da mesma forma nas mulheres. Enquanto o infarto nos homens costuma ser marcado por dor intensa no peito, nas mulheres os sinais podem ser mais discretos ou até confundidos com outros problemas de saúde.

Alguns sintomas que merecem atenção incluem:

  • Falta de ar

  • Cansaço excessivo sem motivo aparente

  • Náuseas ou sensação de mal-estar

  • Tontura

  • Dor nas costas, no pescoço ou na mandíbula

  • Desconforto ou pressão no peito

Por serem sinais menos evidentes, muitas mulheres demoram mais para procurar atendimento médico, o que pode atrasar o diagnóstico.

Fatores de risco que merecem atenção

Diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Entre os principais estão:

  • Pressão alta

  • Colesterol elevado

  • Diabetes

  • Tabagismo

  • Sedentarismo

  • Alimentação rica em gorduras e ultraprocessados

  • Excesso de peso

  • Estresse

Além desses fatores, mudanças hormonais ao longo da vida, especialmente após a menopausa, também podem influenciar o risco cardiovascular.

Prevenção faz diferença

A boa notícia é que muitos casos de doenças cardiovasculares podem ser evitados com medidas de prevenção e acompanhamento médico regular. Pequenas mudanças de hábito já contribuem significativamente para a saúde do coração.

Entre as principais recomendações estão:

  • Manter uma rotina de atividades físicas

  • Adotar uma alimentação equilibrada

  • Controlar pressão arterial, colesterol e glicemia

  • Evitar o tabagismo

  • Realizar consultas e exames periódicos

Esses cuidados ajudam a identificar alterações precocemente e permitem intervenções que reduzem riscos e complicações futuras.

O acompanhamento da saúde cardiovascular passa também pela realização de exames e avaliações médicas que ajudam a identificar fatores de risco e possíveis alterações antes mesmo do surgimento de sintomas.

Exames laboratoriais e de imagem, associados à avaliação clínica, permitem um monitoramento mais completo da saúde do coração. Quando alterações são detectadas precocemente, as chances de controle e tratamento são significativamente maiores.

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Brasil já vive uma epidemia de obesidade: e os números mais recentes explicam por quê

26 de fevereiro de 2026

O excesso de peso já faz parte da realidade da maioria da população brasileira. Dados mais recentes do sistema de vigilância Vigitel mostram que 62,6% dos adultos nas capitais estão acima do peso, e 25,7% vivem com obesidade. O que antes era visto como um problema individual se consolidou como um fenômeno coletivo e crescente, […]

Brasil já vive uma epidemia de obesidade: e os números mais recentes explicam por quê

O excesso de peso já faz parte da realidade da maioria da população brasileira. Dados mais recentes do sistema de vigilância Vigitel mostram que 62,6% dos adultos nas capitais estão acima do peso, e 25,7% vivem com obesidade. O que antes era visto como um problema individual se consolidou como um fenômeno coletivo e crescente, hoje reconhecido como um dos principais desafios de saúde pública no país.

O peso da população brasileira vem aumentando de forma contínua

O avanço não aconteceu de forma repentina. A série histórica do Vigitel mostra crescimento consistente do excesso de peso e da obesidade desde 2006. Naquele ano, 42,6% dos adultos estavam acima do peso; em 2024, o índice chegou a 62,6%. A obesidade mais que dobrou no período, passando de 11,8% para 25,7% da população adulta.

Esse aumento populacional indica que a obesidade não pode ser compreendida apenas como resultado de escolhas individuais. Trata-se de uma mudança ampla no perfil de saúde da população brasileira.

A epidemia avança mais cedo e já preocupa entre jovens

Um dos sinais mais recentes e preocupantes é o crescimento acelerado do excesso de peso entre adultos jovens. Na faixa de 18 a 24 anos, a prevalência subiu de 29,9% em 2019 para 41,3% em 2024, um aumento expressivo em poucos anos.

Esse padrão indica que o ganho de peso está começando mais cedo na vida adulta, o que projeta maior risco de doenças crônicas ao longo das próximas décadas.

O que explica o avanço da obesidade no Brasil hoje

Os dados mais recentes ajudam a entender que a epidemia de obesidade está ligada a mudanças no estilo de vida e no ambiente cotidiano. Entre os fatores identificados nas pesquisas nacionais estão:

  • Redução da atividade física no deslocamento (de 17% em 2009 para 11,3% em 2024)

  • Aumento do tempo sedentário em telas digitais

  • Padrões alimentares com presença relevante de ultraprocessados

  • Sono insuficiente em parte da população adulta

  • Rotinas urbanas mais sedentárias

Essas transformações indicam um ambiente que favorece o ganho de peso em escala populacional.

A obesidade cresce junto com outras doenças crônicas

O avanço da obesidade acompanha o aumento de condições crônicas associadas. Entre 2006 e 2024, o diagnóstico de diabetes em adultos brasileiros passou de 5,5% para 12,9%, e a hipertensão chegou a 29,7% da população adulta das capitais.

Esse conjunto de indicadores reforça que o excesso de peso não é apenas uma questão estética, mas um fator central no perfil atual de doenças no país.

Uma epidemia já instalada, um desafio coletivo

Com mais de seis em cada dez adultos acima do peso e mais de um quarto vivendo com obesidade, o Brasil já se encontra em um cenário típico de epidemia de saúde pública. A velocidade de crescimento, especialmente nas últimas décadas, indica que a obesidade deixou de ser exceção e passou a representar uma condição comum na população adulta brasileira.

Os dados mais recentes mostram que a obesidade é um fenômeno complexo, influenciado por múltiplos fatores do cotidiano e do ambiente. Diante desse cenário, olhar para a própria saúde com atenção, buscar acompanhamento quando necessário e adotar hábitos que favoreçam o bem-estar ao longo do tempo são passos importantes. Mais do que o peso em si, o foco está em promover saúde, qualidade de vida e cuidado contínuo.

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Mpox ultrapassa 80 casos no Brasil em 2026: conheça os sintomas e quando procurar atendimento

25 de fevereiro de 2026

A mpox voltou a registrar novos casos no Brasil em 2026 e já ultrapassa a marca de 80 confirmações no país neste início de ano. Embora o cenário esteja longe de uma emergência sanitária, autoridades de saúde reforçam a importância de reconhecer sinais e sintomas da infecção para reduzir a transmissão. Casos recentes mostram que […]

Mpox ultrapassa 80 casos no Brasil em 2026: conheça os sintomas e quando procurar atendimento

A mpox voltou a registrar novos casos no Brasil em 2026 e já ultrapassa a marca de 80 confirmações no país neste início de ano. Embora o cenário esteja longe de uma emergência sanitária, autoridades de saúde reforçam a importância de reconhecer sinais e sintomas da infecção para reduzir a transmissão.

Casos recentes mostram que o vírus continua circulando

Até fevereiro de 2026, o Brasil já havia registrado mais de 80 casos de mpox, com confirmações recentes em diferentes estados e o registro de novas áreas afetadas. O surgimento de casos em 2026 indica que o vírus segue em circulação no país, ainda que em níveis baixos.

Por exemplo, em 17 de fevereiro de 2026, Porto Alegre confirmou o primeiro caso do ano no município. O paciente foi infectado fora do estado, e autoridades reforçaram medidas de prevenção e vigilância.

Especialistas consideram o risco de uma nova onda baixo no momento, mas destacam que a presença de casos exige atenção contínua e orientação à população.

 O principal alerta: reconhecer os sintomas de mpox

A mpox é uma infecção viral transmitida principalmente por contato direto com lesões de pele, secreções ou fluidos corporais de uma pessoa infectada.

Os sintomas mais comuns incluem:

  • Febre

  • Dor de cabeça

  • Dores musculares

  • Cansaço

  • Ínguas (gânglios inchados)

  • Lesões ou erupções na pele

As lesões cutâneas são o sinal mais característico da doença. Elas podem aparecer como bolhas, feridas ou crostas e surgir em diferentes partes do corpo, especialmente rosto, mãos, pés, boca ou região genital. Autoridades de saúde recomendam observar a pele e procurar atendimento se surgirem alterações suspeitas.

Como ocorre a transmissão

A transmissão acontece principalmente em situações de contato próximo, como:

  • Contato pele a pele com lesões

  • Contato com secreções das feridas

  • Saliva ou secreções respiratórias em proximidade prolongada

  • Contato com objetos ou tecidos contaminados

Esse padrão explica por que eventos com contato físico próximo podem favorecer a disseminação do vírus.

Quando procurar avaliação em saúde

A orientação é buscar atendimento sempre que surgirem lesões de pele associadas a febre ou mal-estar, especialmente após contato próximo com alguém com suspeita ou diagnóstico de mpox. Em caso de suspeita, recomenda-se:

  • Procurar uma unidade de saúde

  • Evitar contato próximo com outras pessoas

  • Manter lesões cobertas

  • Usar máscara em ambientes compartilhados

Essas medidas ajudam a reduzir a transmissão enquanto o diagnóstico é investigado.

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Vai cair na folia? Veja como cuidar da saúde durante o Carnaval

6 de fevereiro de 2026

O Carnaval é um dos períodos mais aguardados do ano no Brasil. Blocos de rua, festas, viagens e longas horas de celebração fazem parte da programação de milhões de pessoas. No entanto, a intensidade da folia exige atenção redobrada com a saúde para que a diversão não seja interrompida por mal-estar, desidratação ou outros problemas […]

Vai cair na folia? Veja como cuidar da saúde durante o Carnaval

O Carnaval é um dos períodos mais aguardados do ano no Brasil. Blocos de rua, festas, viagens e longas horas de celebração fazem parte da programação de milhões de pessoas. No entanto, a intensidade da folia exige atenção redobrada com a saúde para que a diversão não seja interrompida por mal-estar, desidratação ou outros problemas evitáveis.

Cuidados simples podem fazer toda a diferença antes, durante e depois dos dias de festa.

Hidratação deve ser prioridade

Altas temperaturas, consumo de bebidas alcoólicas e longos períodos de exposição ao sol aumentam significativamente o risco de desidratação durante o Carnaval. A recomendação é manter a ingestão frequente de água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede.

Intercalar bebidas alcoólicas com água é uma medida importante, assim como priorizar água, água de coco ou bebidas isotônicas em momentos de maior esforço físico, como caminhadas longas e permanência prolongada em blocos de rua.

Alimentação influencia diretamente no bem-estar

Durante a folia, é comum pular refeições ou optar por alimentos rápidos e de baixo valor nutricional. No entanto, uma alimentação inadequada pode levar à queda de energia, desconforto gastrointestinal e até episódios de hipoglicemia.

A orientação é fazer refeições leves e equilibradas, priorizando frutas, legumes, proteínas magras e carboidratos de fácil digestão. Também é importante ter atenção à procedência dos alimentos consumidos na rua, evitando locais sem higiene adequada.

Sono e descanso não devem ser ignorados

A privação de sono é frequente durante o Carnaval, mas pode comprometer o sistema imunológico, a atenção e o equilíbrio corporal. Dormir poucas horas por vários dias seguidos aumenta o risco de quedas, mal-estar e infecções.

Sempre que possível, é recomendável respeitar períodos mínimos de descanso entre um dia de festa e outro, permitindo que o corpo se recupere do desgaste físico.

Proteção contra o sol é essencial

Grande parte das festas acontece ao ar livre, muitas vezes sob sol intenso. O uso de protetor solar, reaplicado ao longo do dia, ajuda a prevenir queimaduras e outros danos à pele.

Além disso, chapéus, bonés, óculos escuros e roupas leves podem contribuir para maior conforto térmico e redução dos riscos associados à exposição solar prolongada.

Atenção ao consumo de álcool

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas está associado a diversos problemas de saúde, como desidratação, queda da pressão arterial, náuseas e prejuízo da coordenação motora. Esses fatores aumentam o risco de acidentes e mal-estar durante a folia.

Moderação é a principal recomendação. Alternar bebidas alcoólicas com água e evitar consumir álcool em jejum são medidas simples que ajudam a reduzir os impactos no organismo.

Cuidados com os pés e o corpo

Horas em pé, caminhadas longas e dança exigem atenção especial com o corpo. O uso de calçados confortáveis, adequados e já amaciados ajuda a prevenir bolhas, dores e lesões.

Alongamentos leves antes e depois das atividades também contribuem para reduzir dores musculares e melhorar a recuperação.

Atenção aos sinais do corpo

Tontura, enjoo, dor de cabeça intensa, fraqueza e sensação de desmaio são sinais de alerta que não devem ser ignorados. Ao perceber qualquer sintoma persistente, a recomendação é interromper a atividade, buscar um local fresco, se hidratar e, se necessário, procurar atendimento de saúde.

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Coceira e formigamento nas pernas durante o exercício: o que explica essas sensações?

5 de fevereiro de 2026

Sensações como coceira, formigamento ou ardência nas pernas durante o exercício físico são queixas comuns entre pessoas que estão iniciando uma rotina de atividades. Embora causem estranhamento e até preocupação, esses sintomas, na maioria dos casos, estão associados a processos fisiológicos normais de adaptação do organismo ao esforço físico. O fenômeno está diretamente ligado à […]

Coceira e formigamento nas pernas durante o exercício: o que explica essas sensações?

Sensações como coceira, formigamento ou ardência nas pernas durante o exercício físico são queixas comuns entre pessoas que estão iniciando uma rotina de atividades. Embora causem estranhamento e até preocupação, esses sintomas, na maioria dos casos, estão associados a processos fisiológicos normais de adaptação do organismo ao esforço físico.

O fenômeno está diretamente ligado à circulação sanguínea, à ativação do sistema nervoso e à resposta do corpo ao aumento repentino de movimento, especialmente após períodos prolongados de sedentarismo.

Aumento do fluxo sanguíneo e ativação nervosa

Durante o exercício, o corpo aumenta o fluxo de sangue para os músculos ativos, com o objetivo de fornecer mais oxigênio e nutrientes. Esse processo é essencial para sustentar o esforço físico, mas pode gerar efeitos colaterais temporários.

O aumento da circulação provoca a dilatação dos vasos sanguíneos próximos à pele, estimulando terminações nervosas. Essa estimulação pode resultar em sensações como coceira ou formigamento, principalmente nas pernas, região que concentra grandes grupos musculares e costuma ser menos ativada na rotina diária.

Em pessoas sedentárias ou que estão retomando os exercícios após longos períodos de inatividade, essa resposta tende a ser mais perceptível.

Liberação de histamina durante o exercício

Outro fator envolvido é a liberação de histamina, substância produzida naturalmente pelo organismo. Durante a prática de atividade física, especialmente em exercícios aeróbicos, o corpo pode liberar histamina como parte do processo de regulação do fluxo sanguíneo.

Essa substância age sobre os vasos e pode causar coceira na pele. Diferentemente das reações alérgicas clássicas, essa liberação não indica doença nem intolerância ao exercício, sendo considerada uma resposta fisiológica comum em fases iniciais de adaptação.

Por que as pernas são mais afetadas?

As pernas são frequentemente o local onde essas sensações aparecem com mais intensidade. Isso ocorre porque:

  • São responsáveis por grande parte do esforço em caminhadas, corridas e treinos funcionais;

  • Permanecem longos períodos com pouca movimentação em atividades cotidianas;

  • Concentram grande volume de circulação sanguínea durante o exercício.

Quando o estímulo físico começa, o contraste entre repouso prolongado e atividade intensa torna as sensações mais evidentes.

Formigamento também pode estar relacionado à postura

Além da circulação, o formigamento pode estar associado a fatores mecânicos, como postura inadequada, sobrecarga inicial ou até compressão temporária de nervos durante determinados movimentos.

O uso de roupas muito apertadas, calçados inadequados ou a execução incorreta de exercícios também pode contribuir para esse tipo de sensação, especialmente em iniciantes que ainda estão ajustando técnica e consciência corporal.

Tendência é de melhora com a regularidade

Essas sensações costumam diminuir conforme o corpo se adapta à prática regular. Com o tempo, o sistema circulatório se torna mais eficiente, os nervos se ajustam aos estímulos e a resposta exagerada inicial tende a desaparecer.

Em geral, a redução dos sintomas ocorre após algumas semanas de prática consistente, respeitando limites e progressões adequadas.

Medidas simples ajudam na adaptação

Algumas estratégias podem contribuir para minimizar a coceira e o formigamento durante os treinos iniciais:

  • Realizar aquecimento progressivo antes do exercício;

  • Evitar aumentos bruscos de intensidade;

  • Usar roupas confortáveis e adequadas à atividade;

  • Manter hidratação adequada;

  • Respeitar os sinais do corpo e os intervalos de descanso.

Essas medidas favorecem uma adaptação mais gradual e segura.

Quando é necessário investigar?

Apesar de serem comuns e benignas na maioria dos casos, as sensações devem ser avaliadas por um profissional de saúde quando:

  • Persistem mesmo após o término do exercício;

  • Tornam-se intensas ou dolorosas;

  • Vêm acompanhadas de dormência prolongada;

  • Surgem junto a inchaço, alteração de cor da pele ou dor localizada.

Nessas situações, é importante descartar condições circulatórias, neurológicas ou musculares.