Dicas de saúde

Dia Mundial de Combate a Osteoporose

Importância da vitamina D e da Densitometria para o problema

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Inúmeros fatores contribuem para a saúde dos nossos ossos. Um dos mais importantes é a ingestão de vitamina D, que ajuda o corpo a absorver o cálcio ingerido e a depositá-lo, juntamente com o fosfato, no seu esqueleto. A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, que aparece de duas formas diferentes, vitamina D2 (ergocalciferol) e vitamina D3 (colecalciferol). Enquanto a vitamina D2 pode ser encontrada em vegetais, a vitamina D3 é fabricada na pele através da luz solar.

Necessitamos de vitamina D para absorver o cálcio de forma eficiente, bem como para manter os níveis sanguíneos de cálcio e fosforo normais, que são ambos necessários para a mineralização dos ossos.

Necessidade Diária

As crianças de 1-3 anos de idade devem receber 700 mg de cálcio por dia.

Crianças 4-8 anos de idade devem receber 1.000 mg por dia.

Os adolescentes devem receber 1.300 mg de cálcio por dia.

Adultos até 70 anos devem receber 1.000 mg por dia. Mulheres com mais de 51 anos devem receber 1.200 mg por dia.

Mulheres e homens com 71 anos devem receber mais de 1.300 mg por dia.

Quais alimentos ricos em vitamina D?

A vitamina D é encontrada em alguns alimentos de origem animal e em produtos industrializados que são enriquecidos com substâncias como o leite e derivados, cereais e biscoitos. Conheça:

Peixes – Anchova, arenque, atum, cavala, cherne, salmão, sardinha

Gema de ovo – Ovos de galinha, codorna, pata.

Fígado – Importante fonte de vitamina D, mas não é aconselhável comê-lo sempre, porque o fígado, no corpo do animal, é o órgão que metaboliza toxinas, medicamentos e hormônios.

A importância da densitometria óssea no combate à osteoporose

A Osteoporose é uma doença metabólica, sistêmica, que acomete todos os ossos. A prevalência da osteoporose, acompanhada da morbidade e mortalidade de suas fraturas, aumenta a cada ano.

Causas:

Nós temos no corpo células responsáveis pela formação óssea e outras pela reabsorção óssea. O tecido ósseo vai envelhecendo com o passar do tempo, assim como todas as outras células do nosso corpo. O tecido ósseo velho é destruído pelas células chamadas osteoclastos e criados pelas células reconstrutoras, os osteoblastos. Esse processo de destruição das células é chamado de reabsorção óssea, que fica comprometido na osteoporose, pois o corpo passa a absorver mais osso do que produzir ou então não produzir o suficiente. Alguns problemas podem interferir na formação dos ossos: deficiência de cálcio, envelhecimento e menopausa, doenças ou medicamentos.

O principal exame para rastreamento e diagnóstico da osteoporose é a densitometria óssea, um exame que avalia a densidade dos ossos e músculos do corpo, podendo identificar quando os ossos estão muito finos ou então quando a perda ainda está se iniciando. Além desse, a radiografia também pode ser indicada para a investigação da osteoporose.

Todas as mulheres de 65 anos ou mais e homens com 70 anos ou mais devem fazer a densitometria óssea anualmente, independente dos fatores de risco. Mulheres na pós-menopausa com menos que 65 anos de idade e homens entre 50 e 60 anos com fatores de risco também devem fazer o exame anualmente. Além disso, qualquer com que sofreu fraturas e tem risco associado tem indicação para fazer a densitometria a fim de diagnosticar uma possível osteoporose.

Em pacientes com osteoporose já diagnosticada, também pode ser feita a biópsia óssea, um exame que analisa a constituição do osso, identificando se a osteoporose está acontecendo por um excesso de reabsorção óssea ou pela pouca formação de ossos.

Com No Minuto e Minha Vida

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